quinta-feira, 23 de julho de 2009

Quem ama educa!

Vez por outra costumo postar assuntos diferentes de publicidade quando acho interessante, e recebi esse email do meu pai que acho importante pra educação de uma criança. Não tenho filho, nem fui criado numa educação rígida, mas tive pais presentes que desde sempre me fizeram enxergar o certo.
Esse debaixo é o Dr. Içami Tiba...


Ele é médico psiquiatra e em julho do ano passado ele deu uma palestra, aonde resumiram e recebi por email. Segue abaixo temas abordados.

O palestrante é membro eleito do Board of Directors of the International Association of Group Psychotherapy. Conselheiro do Instituto Nacional de Capacitação e Educação para o Trabalho "Via de Acesso". Professor de cursos e workshops no Brasil e no Exterior.

Em pesquisa realizada em março de 2004, pelo IBOPE, entre os psicólogos do Conselho Federal de Psicologia, os entrevistados colocaram o Dr. Içami Tiba como terceiro autor de referência e admiração - o primeiro nacional.

* 1º- lugar: Sigmund Freud;
* 2º- lugar: Gustav Jung;
* 3º- lugar: Içami Tiba.


1. A educação não pode ser delegada à escola. Aluno é transitório. Filho é para sempre.

2. O quarto não é lugar para fazer criança cumprir castigo. Não se pode castigar com internet, som, tv, etc...


3. Educar significa punir as condutas derivadas de um comportamento errôneo. Queimou índio pataxó, a pena (condenação judicial) deve ser passar o dia todo em hospital de queimados.


4. É preciso confrontar o que o filho conta com a verdade real. Se falar que professor o xingou, tem que ir até a escola e ouvir o outro lado, além das testemunhas.


5. Informação é diferente de conhecimento. O ato de conhecer vem após o ato de ser informado de alguma coisa. Não são todos que conhecem. Conhecer camisinha e não usar significa que não se tem o conhecimento da prevenção que a camisinha proporciona.


6. A autoridade deve ser compartilhada entre os pais. Ambos devem mandar. Não podem sucumbir aos desejos da criança. Criança não quer comer? A mãe não pode alimentá-la. A criança deve aguardar até a próxima refeição que a família fará. A criança não pode alterar as regras da casa.

7. Em casa que tem comida, criança não morre de fome . Se ela quiser comer, saberá a hora. E é o adulto quem tem que dizer QUAL É A HORA de se comer e o que comer.


8. A criança deve ser capaz de explicar aos pais a matéria que estudou e na qual será testada. Tem que entender.


9. É preciso transmitir aos filhos a idéia de que temos de produzir o máximo que podemos. Isto porque na vida não podemos aceitar a média exigida pelo colégio: não podemos dar 70% de nós, ou seja, não podemos tirar 7,0.


10. As drogas e a gravidez indesejada estão em alta porque os adolescentes estão em busca de prazer. E o prazer é inconsequente.


11. A gravidez é um sucesso biológico e um fracasso sob o ponto de vista sexual.

12. A mãe é incompetente para 'abandonar' o filho. Se soubesse fazê-lo, o filho a respeitaria. Como sabe que a mãe está sempre ali, não a respeita.


13. Se o pai ficar nervoso porque o filho aprontou alguma coisa, não deve alterar a voz. Deve dizer que está nervoso e, por isso, não quer discussão até ficar calmo. A calmaria, deve o pai dizer, virá em 2, 3, 4 dias. Enquanto isso, o videogame, as saídas, a balada, ficarão suspensas, até ele se acalmar e aplicar o devido castigo.


14. Se o filho não aprendeu ganhando, tem que aprender perdendo.


15. Não pode prometer presente pelo sucesso que é sua obrigação. Tirar nota boa é obrigação. Não xingar avós é obrigação. Ser polido é obrigação. Passar no vestibular é obrigação. Se ganhou o carro após o vestibular, ele o perderá se for mal na faculdade.


16. Quem educa filho é pai e mãe. Avós não podem interferir na educação do neto, de maneira alguma. Jamais. Não é cabível palpite. Nunca.

17. Se a mãe engolir sapos do filho, ele pensará que a sociedade terá que engolir também.


18. Videogames são um perigo: os pais têm que explicar como é a realidade, mostrar que na vida real não existem 'vidas', e sim uma única vida. Não dá para morrer e reencarnar. Não dá para apostar tudo, apertar o botão e zerar a dívida.


19. Professor tem que ser líder. Inspirar liderança. Não pode apenas bater cartão.


20. Pais e mães não pode se valer do filho por uma inabilidade que eles tenham. 'Filho, digite isso aqui pra mim porque não sei lidar com o computador'. Pais têm que saber usar o Skype, pois no mundo em que a ligação é gratuita pelo Skype, é inconcebível pagarem para falar com o filho que mora longe.


21. O erro mais frequente na educação do filho é colocá-lo no topo da casa. O filho não pode ser a razão de viver de um casal. O filho é um dos elementos. O casal tem que deixá-lo, no máximo, no mesmo nível que eles. A sociedade pagará o preço quando alguém é educado achando-se o centro do universo.


22. Filhos drogados são aqueles que sempre estiveram no topo da família.

23. Dinheiro 'a rodo' para o filho é prejudicial. Mesmo que os pais o tenham, precisam controlar e ensinar a gastar.

Esse é um de seus livros, que acredito eu seja bom para alguns pais q também estão perdidos sobre como educar.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Legislação da Publicidade




Principais documentos:

1. Código de Ética (1957)

Define princípios éticos e normas que devem nortear a publicidade: foi criado por publicitários brasileiros, em 1957, no Rio de Janeiro, ao reunirem-se no I Congresso Brasileiro de Propaganda. Essas primeiras normas de autodisciplina foram os passos iniciais para a norma de imposição legal: a lei 4.680 e o Decreto 57.690, que norteiam juridicamente a profissão.

2. Normas-Padrão (1960)

Documento de auto-regulamentação comercial: foi firmado pela ABAP - Associação Brasileira de Agências de Propaganda no I Congresso Brasileiro de Propaganda, e apresenta recomendações a respeito das relações comerciais entre Anunciantes, Veículos e Agências.

3. Lei 4.680 (1965)

Lei federal que dispõe sobre o exercício da profissão de publicitário e de agenciador de propaganda: norteia juridicamente o exercício da profissão, tendo sido inspirada no Código de Ética.

4. Decreto 57.690 (1966)

Regulamenta a execução da Lei 4.680: estabelecendo regras de natureza ética a respeito do que não é permitido e do que constitui dever.

5. Lei 5.768 (1971)

Altera a legislação sobre distribuição gratuita de prêmios, mediante sorteio, vale-brinde ou concurso, a título de propaganda.

6. Decreto 70.951 (1972)

Regulamenta a Lei 5.768, sobre distribuição gratuita de prêmios.

7. Código Brasileiro de Auto-Regulamentação Publicitária (1978)

Documento de auto-disciplina ética que, através de 50 artigos e 19 anexos, especifica as normas éticas a serem consideradas pelos Anunciantes e Agências de Publicidade na elaboração de propaganda comercial veiculada no Brasil.

É fiscalizado pelo CONAR - Conselho Brasileiro de Auto-Regulamentação Publicitária - instituição sem fins lucrativos (ONG), fundada e mantida por agências, empresas anunciantes e veículos de comunicação. O CONAR atua através de um Conselho de ética composto por representantes de agências de publicidade, dos anunciantes, dos veículos e dos consumidores que avaliarão as propagandas denunciadas ao CONAR, norteando-se pelas disposições contidas no Código Brasileiro de Auto-Regulamentação Publicitária, a partir do qual, decidem pelas possíveis recomendações: alteração do anúncio, sustação (não ser veiculado) ou pelo arquivamento da denúncia (em caso do anúncio não ferir qualquer dispositivo do Código).

O texto do Código foi aprovado pela comunidade publicitária no III Congresso Brasileiro de Propaganda, em 1978, sendo também utilizado por autoridades e tribunais como documento de referência e fonte subsidiária no contexto da legislação da propaganda e de outras leis.



8. Lei 8.078 (1990)

Código de Defesa do Consumidor - Lei federal que dispõe sobre a proteção do consumidor.

9. Decreto 2.262 (1997)

Altera o Regulamento aprovado pelo Decreto 57.690, liberando os veículos da obrigatoriedade de proporcionar os tradicionais 20% e tornando lícitas as transações entre Anunciantes e Agências tendo por objeto o produto do "desconto de agência".

10. Lei 9.610 (1998)


Lei federal que alterou, atualizou e consolidou a legislação sobre direitos autorais.

11. Normas-Padrão da Atividade Publicitária (1998)

Documento de auto-regulamentação comercial entre Anunciantes, Agências e Veículos: Diante da desregulamentação dos 20% (Decreto 2.262) e visando evitar os efeitos desastrosos de uma desregulamentação súbita e generalizada, o setor publicitário sentiu a necessidade de estabelecer um novo Acordo de Auto-Regulamentação Comercial e assim foi editado o novo texto das "Normas-Padrão" da Atividade Publicitária, criando parâmetros e sugestões para o relacionamento comercial entre Anunciantes, Agências e Veículos.

As Normas-Padrão são administradas pelo CENP - Conselho Executivo das Normas Padrão, que trabalha para a adesão e manutenção de Anunciantes, Veículos e Agências às Normas-Padrão, instituindo, para isso, o Certificado de Capacitação técnica, que as agências devem possuir para se habilitarem ao percentual de remuneração junto aos veículos.

É importante estar atualizado com o CONAR, e ter em mãos o artigo 5º da Constituição Federal.

Direito Autoral ainda existe?



COPYRIGHT

A criação dos institutos do Copyright (Inglaterra) e do Droit d’auteur (França), no começo, contemplava os direitos do compositor de receber uma remuneração pela reprodução de suas obras através da música, e pela execução pública de suas obras, através dos intérpretes. Naquela época em que surgiram as instituições em 1710 e 1790 não havia a tecnologia de hoje de gravar e reproduzir as obras, por isso os executantes eram remunerados a cada apresentação e os compositores ganhavam um percentual da bilheteria.


CREATIVE COMMONS

Além dos direitos autorais, como forma de evolução dele, foi criada a Creative Commons, que não substituirá a legislação, pois se baseia integralmente nela, é apenas um complemento para facilitar a vida dos autores. Creative Commons nada mais é do que um caminho alternativo ao copyright, e que já prevê várias situações de uso do conteúdo. Caracteriza-se pela escolha de alguns direitos de licença, como uma parte da obra ou de que forma ela poderá ser utilizada.

A Creative Commons é uma entidade sem fins lucrativos que disponibiliza opções de licença e flexibilidade que garante a proteção e liberdade do autor. Explicando de uma forma mais simples, podemos dizer que ela dá o poder do criador decidir como e quando sua obra pode ser utilizada. E também parte da idéia de "Todos os direitos reservados" do direito autoral, porém seu lema foi transformado para " ’Alguns’ direitos reservados", como é dito no próprio site.

O autor pode permitir a circulação de sua obra, proibindo apenas a usos comerciais. Enquanto os músicos, por exemplo, podem conceder para uso livre, mas sem alterações ou remixes.
Músicas, vídeos, textos, imagens e até planos de aulas são protegidos de acordo com a Creative Commons.

No Brasil o coordenador do projeto Creative Commons é o advogado Ronaldo Lemos, e tem por trás como apoio a Fundação Getúlio Vargas, responsável pela adaptação da licença à realidade do país.

O músico e ex-ministro da cultura Gilberto Gil, foi o primeiro brasileiro a licenciar os seus conteúdos em áudio.

Segundo Ronaldo Lemos, “a Creative Commons nada mais é do que um bom meio de o autor deixar explícito a outros eventuais usuários que ele autoriza a utilização de sua obra, desde que seguidas às condições impostas por ele no momento do registro de sua obra no CC”.


vale a pena conferir...
http://www.creativecommons.org.br/

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Fungos? Acabe com Lamisil!

É engraçado como a agência Saatchi & Saatchi tem uma facilidade de tá sempre inovando, criando de uma forma que realmente chama atenção a todos.



O material de hoje foi feito pela Saatchi & Saatchi da Alemanha para ponto de venda. O produto? Lamisil, um creme indicado para tratamento de doenças nos pés causadas por fungos. E para atingir o público alvo, foram colocadas em lojas de calçados e artigos esportivos, caixas de acrílico onde dentro delas existiam tênis totalmente cobertos por fungos de mentira com uma mensagem de quarentena.
O objetivo era chocar as pessoas e passar a mensagem que usando Lamisil a propagação de fungos eh interrompida. Conseguiram?? Achei maravilhoso!






terça-feira, 16 de junho de 2009

80% das empresas brasileiras não possuem Registro



Empresas começaram a despertar para a necessidade de terem suas marcas e patentes protegidas contra a apropriação indevida de terceiros. O descaso pode levar à utilização imprópria e não autorizada de marcas. Segundo dados informados pelo INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) 80% das empresas não possuem registro de marca.

O grande desafio é proteger a empresa e o país não deixando a tecnologia criada aqui correr o risco de ser utilizada e apropriada pela concorrência e pelo mercado internacional. O que talvez algumas empresas não saibam é que o registro de uma marca pode trazer um diferencial de mercado e ajudar no aumento significativo do faturamento. Ainda conforme o órgão, apenas 10% dos pedidos de registros solicitados são de organizações de diversos estados de todo o país, 80% de fora do Brasil e os outros 10% de São Paulo e Rio de Janeiro.

Existe uma preocupação por parte dos empresários por deduzirem que registrar marcas e patentes é muito custoso. A afirmação não é verdadeira.

As pessoas devem ficar atentas, pois o empreendedor que não tem registro corre o risco de utilizar a sua marca e posteriormente perder os direitos sobre ela. Os empreendedores interessados no registro devem procurar um profissional da área, que desde a solicitação até a efetivação de uso leva em média quatro anos e para o registro de patente, nove anos. “O mais importante é que durante esse processo a empresa tem respaldo jurídico e está protegida”, afirma Mirella Guimarães, advogada e responsável pelo setor de Registro de Marcas e Patentes, da Komcorp Assessoria Empresarial e Contábil. | Por Daniela Pacheco/Komkorp

FONTE: Revista Fato

quarta-feira, 3 de junho de 2009

60 dicas de um redator



por Tenório Cavalcanti


1. Antes de pensar propaganda, entenda marketing. Antes de pensar marketing, entenda gestão empresarial, antes de pensar gestão empresarial, estude muito sobre gestão empresarial.
2. Quando você estiver achando que é muito bom, não peça aumento, peça demissão.
3. Antes de reclamar do salário, reclame de você para você.
4. Se você faz freelance enquanto trabalha numa agência é porque não ganha bem. Se você não ganha bem, faça por merecer ganhar mais.
5. Nunca abandone os clichês. Eles são um eterno material de pesquisa.
6. Toda ideia original é resultado da mistura ou transformação dos clichês.
7. Se sua maior qualidade é ser criativo, mude de ramo.
8. Recuse-se ir a reuniões quando não está preparado.
9. Nada que te deixa dopado acelera o processo criativo.
10. Fazer cerão não é regra, é imposição da conveniência.
11. Quem sabe usar o tempo, faz menos cerão.
12. Atendimento despreparado é sinônimo de pressão. Sinônimo de pressão é desespero. Sinônimo de desespero é prejuízo. Fim do ciclo.
13. Seu patrão é seu talento.
14. Seu ídolo é seu ideal.
15. Só baixe a cabeça pra fazer rough.
16. No varejo, tenha paciência. Na paz, passe para outro job.
17. Redator: quando estiver depressivo, escreva títulos sobre você.
18. Dir. de arte: quando estiver depressivo, faça um desenho sobre você.
19. Planejamento: quando estiver depressivo, planeje um amanhã melhor pra você.
20. Atendimento: quando estiver depressivo, suicide-se.
21. Você trabalha marcas. Pense em você como marca.
22. Para se conhecer melhor como publicitário, faça uma campanha sobre você mesmo.
23. A melhor defesa é uma boa defesa.
24. A melhor ideia não é a sua, é aquela da qual você se apropria.
25. Fofoca em agência é nova mídia.
26. Briga em agência é ação de guerrilha.
27. Criatividade não é virtude, é obrigação.
28. Não busque prêmio. Busque excelência. Excelência ganha prêmio.
29. Leve para a agência: um lápis e os valores da sua família.
30. Guarde o ego no coldre.
31. Pouca verba tem justificativa. Pouca criatividade não.
32. Quando sair de uma agência para outra, fale bem da anterior. Antes de sair da nova, fale a verdade para justificar a sua última saída.
33. Viaje além do baseado. Se você não fuma, gaste seu dinheiro viajando.
34. Se dizem que suas ideias valem ouro, peça comissão.
35. Público-alvo não segue tendências de propaganda.
36. Quem cria para publicitário é agência de agência. E olhe lá!
37. Em criação publicitária só há um limite: a tênue linha entre o criativo e o ridículo.
38. Se “em casa de ferreiro”… A agência vai mal.
39. Em terra de cego quem tem um olho é publicitário.
40. Não perca tempo buscando referências. Ganhe tempo buscando ser referência.
41. A propaganda que você vê na TV é um refluxo de mil ideias: ou reprovadas, ou empurradas na pressa, ou matematicamente calculadas para virar prêmio.
42. Faltou idéia? Pense ao contrário. Ainda falta? Saia da sala.
43. Compreenda as diversas filosofias e descubra que não vale a pena ter uma só.
44. Se só o Google te salva, mande seu currículo para lá.
45. Só tenha medo de riscos quando estiver desarmado.
46. O que diferencia uma pasta boa de uma ruim é o profissional que está segurando.
47. O melhor remédio para mau caráter é veneno.
48. Cem ideias e sem ideias é a mesma coisa quando não se tem uma solução para o problema.
49. Seja iconoclasta das suas próprias idéias.
50. Melhor que ter um perfil de publicitário, é ser um publicitário novo a cada trabalho.
51. Criação: entenda mais de atendimento que o atendimento.
52. Atendimento: entenda mais de criação que o pessoal da criação.
53. Melhor que ter mil ideias é ter uma solução.
54. Estude casos de sucesso e, principalmente, de insucesso, para saber como não agir.
55. Antes de jogar o briefing na criação, faça um briefing do briefing e jogue na criação.
56. Antes de exigir rapidez, explique devagar qualquer que seja o processo.
57. Melhor do que saber dar um não, é saber para dar um sim.
58. Planeje suas folgas. Cultura de trabalho escravo é para quem gosta de ser escravo.
59. Vista a camisa da empresa - por baixo do seu blazer.
60. Vai chegar um momento em que você vai cansar e achar tudo isso muito patético. Parabéns, você é um publicitário de verdade.



terça-feira, 26 de maio de 2009

Mídias alternativas dominam o mundo

Devido a saturação das mídias convencionais uma nova forma de comunicação vem se constituindo. A mídia alternativa é a denominação genérica dos meios de comunicação que expõem propaganda ao ar livre. Alguns exemplos...








koleston

Outdoor da koleston em ponto estratégico





sexta-feira, 15 de maio de 2009

informar, relembrar, persuadir, indicar, expor e vender!

Galera, vasculhando pelos blogs da vida encontrei esse texto muitooooooooo legal sobre Ponto-de-venda, perdi o link do site, mas os créditos vão pra professora, autora do livro claro!! É longo, mas vale muito a pena ler, eu tô fazendo um trabalho de ponto de venda, me ajudou bastante!

"Este é um material originalmente feito pela Profª. Regina Blessa. Você pode saber mais sobre Merchandising no livro dela. Vale a pena! Ela é uma professora super graduada, com pós na Fundação Getúlio Vargas em Administração de Marketing e na Columbia University (NY - USA), em American Studies and Advanced English.

Todos os tipos de sinalização, displays, ou materiais impressos têm como finalidade informar, relembrar, persuadir, indicar posição, expor e vender.
Tudo o que não é bem exposto não é visto. Se não é visto, não é comprado.
O material de ponto-de-venda é o que dá voz à marca - Ei! Estou aqui!

PONTOS ESSENCIAIS
Assim como na propaganda, alguns pontos são essenciais para a confecção do material de PDV e sua inclusão no esquema promocional da loja:
• criatividade – o material de PDV deve ser antes de tudo criativo e bem dimensionado para o local onde será aplicado;
• originalidade – a concepção inédita, tema apropriado, texto curto e fácil, e bom impacto visual farão com que sua mensagem seja bem memorizada;
• funcionalidade – simplicidade, boa acomodação do produto, montagem, colocação e reposição fácil garantirão a aceitação e seu uso pelos lojistas.

VANTAGENS DOS MATERIAIS
Os materiais no PDV costumam lembrar e reforçar aos consumidores a mensagem publicitária vista por eles antes de entrar na loja.
Os materiais de merchandising geralmente ampliam os efeitos da propaganda feita em outros veículos, porque eles complementam as mensagens, diretamente ao nível da loja, onde as decisões de compra estão sendo tomadas.
A mídia tradicional teve um aumento significativo em seus preços e em sua segmentação por meio do aumento do número de emissoras de TV, de rádio, de TVs por assinatura, de jornais, de títulos de revistas, e o surgimento da net-mídia.
Devido aos altos custos da mídia eletrônica e ao aumento da conscientização sobre a importância do PDV, o uso da mídia in-store e os gastos com ações de merchandising têm triplicado nos últimos 20 anos no mundo todo.
Para os fornecedores que não têm condições de no momento fazer propaganda na mídia impressa ou eletrônica, os materiais de PDV são a mais razoável opção.
Custo baixo – um material feito para muitas lojas com vida útil de um ano custa em média 30 vezes menos do que uma inserção (30 segundos) de comercial de TV (em rede nacional). Esses dados refletem os baixos custos (produção e instalação) do material no PDV que são vistos repetidamente por longo período pelos consumidores no melhor veículo de compra – a loja.
Hora certa – os programas de PDV focalizam o consumidor e a comercialização da mercadoria no momento crucial – a hora da compra. Ao fazer com que a mercadoria saia das prateleiras para as mãos do consumidor, o investimento feito nos materiais fica justificado rapidamente. As lojas equipadas com sistemas de caixas registradoras informatizadas podem apresentar rapidamente os dados referentes às vendas, necessários à avaliação do impacto dos materiais ou programas, beneficiando tanto o fabricante quanto o varejista.
Marketing flexível – os programas de PDV podem ser facilmente elaborados de acordo com as necessidades dos mercados locais, redes ou tipo de comércio específico. Além disso, permitem visar a determinados segmentos de consumidores. Podem-se também confeccionar displays diferentes para cada rede, conforme o target.
Apesar de toda a sua importância estratégica, os materiais de PDV ainda são tratados em segundo plano. Freqüentemente, não se dá a devida atenção criativa que eles merecem e precisam.


CRITÉRIOS BÁSICOS PARA OBTER O MÁXIMO DE EFICÁCIA COM O MPDV
Primeiramente, verifique:
• a verba disponível;
• as características do produto;
• as ações da concorrência;
• as possibilidades de colocação do material no varejo;
• o público-alvo daquele PDV;
• as possibilidades de exposição do produto dentro ou fora das gôndolas;
• a quantidade de PDVs a que se pretende atender.
Depois disso tudo bem analisado e definido, o material vai precisar:
• ser confeccionado no tamanho e tipo apropriado para o PDV;
• ser colocado nas áreas de maior tráfego de público;
• evitar o conflito produto exposto × produto anunciado;
• estar ao alcance do olhar (no ângulo visual apropriado);
• ser exposto sobre os produtos de forma acessível, sem dificultar a pega.

PROCEDIMENTOS PARA A CONFECÇÃO DE MATERIAIS DE PONTO-DE-VENDA
1. Faça-o simples e interessante
Cada peça tem limitações devido a seu tamanho e colocação e precisam ser bem calculadas para aproveitar o espaço disponível da melhor maneira possível.
Por causa de sua colocação entre centenas de rótulos que dificultam sua visibilidade e por causa da brevidade de sua exposição na loja, a mensagem precisa ser simples, curta e deve informar na primeira olhada algo (relevante) de interesse ou novidade.
2. Mantenha o foco na compreensão
Muitas idéias, imagens ou texto, confundem o consumidor e resultam num recall baixíssimo. Concentre sua peça numa idéia clara e compreensível à distância. Evite estrangeirismos. Não se esqueça que para cada 1 rico no Brasil existem 49 pobres, e que apenas 26% da população brasileira consegue interpretar um texto plenamente. Portanto facilite as coisas e a linguagem para vender mais.
3. Crie uma imagem dominante
Use sempre um elemento-chave forte em sua comunicação. Assim, mesmo que não consiga ler, a consumidora reconhecerá imediatamente de que produto se trata.
4. Diminua a poluição visual
Inclua apenas os elementos absolutamente essenciais na comunicação. Seu material estará competindo com milhares de embalagens chamativas. Quanto mais carregado e cheio de imagens estiver seu material, menos ele aparecerá.
5. Use cores contrastantes, diferentes e brilhantes
Estes tipos de cores se sobressaem no meio do já poluído cenário das prateleiras. Brancos e pretos contrastam, aparecem, mas não criam um clima de compra desejável.
6. Sempre que possível, faça de seu produto um herói
Faça a embalagem parecer maior nos cartazes. Escolha closes com parte da embalagem (em vez dela inteira menor) ou crie embalagens “tamanho família”, para engrandecer o produto.
7. Use letras grandes e legíveis
Mais pessoas enxergarão seu material se as letras e as chamadas forem impressas com tipos legíveis à distância de três metros. Melhor ainda se forem vistos a seis metros, que é o comprimento médio de um corredor de supermercado.
8. Chame o consumidor para si
Convença os consumidores do porquê eles devem levar seu produto. Ofe¬reça benefícios e explique as razões para isso.
9. Segure a atenção das consumidoras
Chamadas fora do comum, divertidas e criativas seguram atenção das compradoras. Imagine que você está criando um pequeno outdoor.
10. Não se prenda a regras
Como num outdoor, você pode inventar à vontade. Você vai reconhecer um stopper quando vê-lo. Sua criação tem que ser a união de uma bela e simples imagem com um texto curto e grosso (bold).
11. Considere o ambiente onde a peça será exposta
Imagine-se fazendo compras e vendo. Compare o que a concorrência já fez com o que você pretende fazer. Olhe com olhos de consumidor tudo o que lhe chamou a atenção e repare com olhos de publicitário nas falhas que os consumidores não percebem.
12. Aproveite bem todos os espaços que a loja permitir
Frentes de balcões promocionais não são só para pôr o nome da companhia, e sim para mostrar o apetite, a sede, a beleza ou o benefício que este produto demonstrado proporcionará ao consumidor que se aproximar da
demonstradora. O consumidor deve sentir a vontade de experimentar a amostra cinco metros antes do balcão. Cantos perdidos, portas de banheiros, embaixo da escada rolante, não importa. Coloque sua mensagem.
13. Rádio e TV do supermercado devem ter um tratamento diferente
TVs interativas não são “televisão de casa”, e o rádio interno da loja também não é nem FM, nem AM popular. A linguagem deve ser outra e dirigida para quem precisa ter sua atenção despertada para alguma promoção ou novidade. O locutor animador da loja consegue convencer as consumidoras da loja para correrem para as “ofertas relâmpago” . Pelo serviço de rádio da loja ele obtém grandes resultados, chamando a atenção para as ofertas da hora.

Os materiais promocionais são separados em três categorias: permanente, semi-permanente e temporário.
Os permanentes são muitas vezes feitos sob medida para complementar espaços das lojas ou para criar pontos extras. Geralmente, são feitos de arame, aço, alvenaria, vidro, acrílico, resina ou outro material resistente o suficiente para durar pelo menos um ano dentro da loja.
Os semi-permanentes são os que ficam aproximadamente seis meses nas lojas para promoções duradouras ou suporte de produtos. Podem ser feitos de papelão, madeira, aço, arame etc. Sua característica é de temporário, mas fica bem mais do que algumas semanas em uso.
Os temporários (ou descartáveis) ficam apenas algumas semanas ex¬postos, para dar suporte a alguma promoção ou campanha de propaganda. São geralmente feitos de papelão ou plástico e têm vida útil curta.

Dentro dessas três categorias, temos alguns tipos de displays:
Displays de chão
São todos os grandes displays independentes de gôndolas, que ficam apoiados no chão. A maioria toma em média um metro quadrado de espaço na loja, ocupando cantos ou corredores. É aconselhado apenas para lojas que possuam espaços extras.

Displays de prateleira
Apesar de serem parecidos com os displays de balcão, eles necessa¬riamente precisam encaixar-se no tamanho das prateleiras dos supermercados ou lojas.
Devem ser mais reforçados para resistir ao auto-serviço (manuseio incor¬reto), facilitar a reposição e atender bem ao consumidor que o procura.

Displays de checkout (caixa registradora)
Nos supermercados, só são usados para expor produtos que paguem pelo ponto extra. Por ser uma área de parada obrigatória (pelo menos por 10 minutos), são áreas de alto impulso e alto giro.
Esta área não é aconselhável para displays de divulgação, a não ser que o produto esteja exposto lá. Eles são ideais para cartões de crédito, bancos ou para o próprio supermercado que tem a oportunidade de deixar uma men¬sagem para o consumidor que sempre se aborrece um pouco na hora de pagar a conta.
Existem outros tipos de display de checkout que são aqueles que ficam nos caixas de padarias e bares. São apropriados para produtos de consumo especial, como cigarros, fósforos, chicletes, pilhas e outros que ficam acima ou ao redor da caixa registradora. É costume empregar ali: relógios, dispensers para caixas de cigarros, escaninhos para balas, adesivos, plaquinhas etc.

Displays de balcão
São aqueles usados em lojas especializadas que costumam fazer aten¬dimento personalizado, onde ficam expostos os testadores ou produtos sobre os balcões.
Exemplo: Lojas de cosméticos, perfumes, relógios, bancos, padarias etc.

Displays de ponta de gôndola
Devem ser feitos sob medida, com a negociação e a permissão da loja, ou montados improvisadamente com peças disponíveis para chamar a atenção dos produtos.
A ponta de gôndola é o lugar mais cobiçado para expor um produto ou uma linha de produtos da mesma empresa. No Brasil, ela já é sinônimo de promoção e preço baixo. A maioria dos consumidores já entende que comprar o que está na ponta de gôndola é vantajoso (mesmo que realmente não seja). Por isso é que estes espaços são geralmente alugados pelas lojas.

Display gravitacional
Display onde garrafas ou latas correm presas, através de um trilho-guia. Funciona no sistema FIFO, normalmente com abastecimento traseiro. O trilho é ligeiramente inclinado para baixo permitindo o produto "correr" .
O dispenser gravitacional é normalmente menor e montado diferentemente. Neste caso, o produto (que pode ser sachê de açúcar, chocolate, absorvente, etc) ficam um sobre o outro numa calha que os guia até uma saída aonde há algum tipo de trava, impedindo que saiam. O consumidor puxa o produto e retira.

Displays com cestão (expositor + sinalizador)
Geralmente de papelão ou arame, têm grande sinalizador com um cesto ou caixa para depósito de produtos.

Displays de linha
Feitos em qualquer material, expõem toda uma linha de produtos corre¬latos e agregam a novos produtos a imagem da empresa. Fortificam a imagem institucional perante os consumidores, dentro do PDV.

Displays – Caixa de embarque (pre-pack)
Muitos displays temporários de papelão têm dupla utilidade. São caixas de embarque/transporte até chegar à loja e depois transformam-se, abertos, em práticos displays.
É importante lembrar que todos os displays desse tipo precisam vir acompanhados de um manual de montagem (geralmente impresso no verso), pois serão montados por repositores que desconhecem sua dupla função.
Um problema comum nesse tipo de display é que a maioria dos projetistas economiza no fundo do display, colocando debaixo do local dos produtos apenas papelão cinza. Daí, quando os produtos estiverem acabando, os consumidores verão o cinza e os “restos” que sobram.
Melhor seria ver a foto de produtos no fundo, ou uma mensagem divertida, para não dar uma impressão de restos.

Displays interativos
São compactos stands ou terminais computadorizados ou eletrônicos pelos quais os consumidores obtêm informações, divulgação, receitas, cupons por meio de um programa informatizado sem o auxílio de um vendedor. Podem ser multimídia, com TV, som, computador, texto etc. São muito caros, e assustam os consumidores brasileiros acima de 40 anos, por enquanto. Devido a seu alto custo, e manutenção constante, precisam ser respeitados pelos fun¬cionários da loja, que não podem dispor deles como fazem com qualquer outro display.

OUTROS MATERIAIS DE PDV
Adesivo
Material plástico autocolante, que contém mensagens promocionais. É bem aceito em bares, lanchonetes, farmácias, e muito usado em freezers ou geladeiras de supermercados. Pode ser colado em qualquer lugar, e alguns, com cola especial, podem ser colados no chão de lojas.

Balcão para demonstração
Stand pequeno, para uma demonstradora, que tem como objetivo demonstrar e divulgar um produto de forma personalizada. Geralmente, são desmon¬táveis e fáceis de carregar.

Bandeirolas
Bandeirinhas coladas num fio, que decoram o teto de lojas, ou sinalizam um evento. São pouco aceitas em supermercados, mas funcionam bem no pequeno varejo, no ramo automotivo, em loja de materiais de construção, farmácias, papelarias etc.

Bandeja para degustação
É um prático suporte preso aos ombros (para lojas onde não cabe um balcão), que permite fazer degustações rápidas e em qualquer local do supermercado.
Por sua mobilidade, praticidade e custo baixo, ela é muito usada atualmente.

Banner
São sinalizadores de qualquer tamanho (pequenos ou gigantes) feitos em papel, plástico ou tecido que parecem
faixas na vertical. Geralmente, vêm esticados entre dois roletes de madeira, fixos num estandarte ou presos diretamente no local.
Com custo baixo, são superpráticos para promoções “para ontem”, e ideais para sinalizar eventos.
As populares faixas (na horizontal) fazem parte da mesma categoria.

Cartaz de carrinho
Os carrinhos de compra dos supermercados têm um cartão que vai à frente com a mensagem de um produto, ou têm dentro de seu guidão as marcas de um patrocinador para a lembrança da consumidora.

Cartões de balcão (Counter Cards)
Muito usados em restaurantes e pequeno varejo. Práticos e baratos.

Cupom
Folhetinho distribuído aos consumidores, oferecendo descontos, brindes, sorteios e outras vantagens, para serem trocados depois. Podem vir anexos à embalagem, dentro de jornais ou revistas, distribuídos pessoalmente ou por mala direta.
O índice de retorno de ações de cuponagem é de aproximadamente 1%, dependendo, é claro, do brinde ou vantagem oferecida.

Etiquetas de preço
As etiquetas de preço normais são materiais de responsabilidade exclusiva da loja. São obrigatórias e ajudam o consumidor a definir sua compra. Porém, as etiquetas de preço com visual destacado (coloridas ou com splash) conseguem influenciar em mais de 10% a decisão de compra dos consumidores.

Faixas de gôndola
Também conhecidas como demarcadores de gôndola ou réguas, essas faixas feitas de papelão ou plástico servem para informar sobre a presença do produto na prateleira e auxiliar o consumidor a localizar, dentre tantos outros, este ou aquele produto.
Elas são encaixadas nas canaletas transparentes ou coladas nas pontas das prateleiras.
Devido à constante guerra por espaços nas prateleiras, os repositores começaram a usar as faixas como “demarcadores” de território conquistado. Daí o segundo nome, que faz com que alguns fabricantes, por vezes, esqueçam seu real objetivo, colocando apenas o nome da empresa na faixa.
Elas conseguem aumentar as vendas em mais de 17% na frente dos produtos expostos.
Elas devem ser mais bem aproveitadas, com cores contrastantes da maioria das embalagens dos concorrentes, ter texto curto com tipos grandes e divulgar alguma qualidade do produto.
Infláveis
São displays plásticos infláveis que representam embalagens de produtos, balões de divulgação, e possuem condições de imitar qualquer forma.
Muito chamativos quando em tamanhos grandes, ajudam a decorar eventos e a divulgar empresas também ao ar livre.

In-store mídia
Veículos de propaganda ou promoção colocados dentro da loja, como TVs interativas em circuito fechado exibindo comerciais, rádio com programação especial (com locutor no local) anunciando ofertas e vídeos em pontas de gôndola passando receitas, informações e comerciais.
As redes de TV em canal fechado dentro das lojas, que são um sucesso nos EUA, ainda não estão sendo bem exploradas no Brasil. Sem dúvida, um grande canal de comunicação com os consumidores dentro da loja, necessita de adequação em suas mensagens para chamar a atenção entre uma compra e outra.
Também podemos chamar de In Store mídia os espaços promocionais em luminosos internos, placas sobre as gôndolas, tops de gôndolas, back-lights internos, totens, infláveis, placas indicadoras no estacionamento etc. alugados ou cedidos pelo supermercado.

Luminosos
Podem ser internos como relógios, marcas, produtos e outros motivos, e podem ser feitos de néon, fibra óptica, elétricos etc. São usados em bares, restaurantes, padarias, lojas etc. Os externos são colocados em fachadas ou nos topos de edifícios para identificação do estabelecimento ou divulgação noturna.
Os back-lights e front-lights também são luminosos, mas são visíveis à noite e também durante o dia.
Back-light: sinalização plástica ou acrílica, iluminada internamente (por trás).
Front-light: placas metálicas pintadas, iluminadas com holofotes frontais.


Móbile
Peça promocional sustentada por fios que ficam dependurados no teto ou presos entre gôndolas.
São mais usados em lojas de conveniência, pequenos mercados, farmácias e lojas especializadas. Eles geralmente não funcionam em supermercados, devido à altura do teto e à falta de locais apropriados para sua colocação.
Móbiles são mais utilizados para imagens e marcas. Torna-se difícil passar qualquer informação escrita com letras pequenas, devido à altura e movimento do ar, que dificulta a leitura.
Papel forração
São bobinas de papel ou plástico decorado com motivo repetitivo (marca da empresa ou nome do produto) que são usados para decorar ilhas, pontas de gôndolas, espaços extras, pilhas de caixas de papelão etc.
Devem ter motivos grandes, para serem vistos pelo consumidor a pelo menos uma distância de 4 metros. Quando os motivos são delicados ou pequenos, perdem a visibilidade, parecendo um papel de presente.

Sinalização de vitrine ou entrada (porta)
São todos os tipos de cartazes ou adesivos que, presos às paredes ou vitrines, informam ou divulgam a loja, os produtos ou alguma oferta promo¬cional. Devem ser escolhidos poucos itens para promover. Existe muito exagero em alguns estabelecimentos, o que dificulta a leitura e anula seu efeito.

Sinalizador de ilha
São cartazes rígidos ou duplos que podem ser colocados em várias posições na loja. Podem ser fixados com pedestal no meio de uma ilha, sinalizando pilhas ou até como top de ponta de gôndola.

Stopper / wobbler / dangler
São sinalizadores feitos de cartão ou plástico que ficam encaixados nas pontas das prateleiras no sentido perpendicular, como “orelhas” para fora da gôndola. São muito atrativos, funcionais e, se desenhados corretamente, são percebidos a distancia pelo consumidor.
Alguns modelos chamados wobbler possuem uma lingüeta plástica transparente que dá um certo balanço à peça com o deslocamento do ar e que com este movimento chama ainda mais a atenção. Existem stoppers com leds iluminados, com som, com movimento motor e até com cheiro.
Os danglers são parecidos com os wobblers e podem ser também “ceiling danglers” que funcionam como móbiles no teto."


Alguns Exemplos....