sábado, 18 de dezembro de 2010

Rock In Rio será um show de experiência e ativação de marcas

O Rock In Rio está de volta a sua cidade natal. O projeto acontecerá entre setembro e outubro de 2011 em um espaço novo, que será construído em Jacarepaguá, zona oeste da cidade carioca, no prazo de seis a oito meses. A diferença desta quarta edição no Brasil – depois de 1985, 1991 e 2001 – para as marcas patrocinadoras é a plataforma interativa que a Cidade do Rock proporcionará aos participantes.

O espaço de 150 mil m² é parte do legado que ficará para os Jogos Olímpicos de 2016 como área de lazer para os atletas. No entanto, durante o Rock In Rio, pelo menos seis empresas poderão oferecer experiências aos cerca de 120 mil consumidores que são esperados em cada um dos seis dias de evento.



Um show de ativação de marca
A diferença - e a evolução – desta para a última edição do evento é que as marcas patrocinadoras não serão apenas viabilizadoras financeiras do evento. “Cada uma terá seu próprio stand, mas não para divulgar produto e sim interagir com o público presente. A ordem é não fazer propaganda. É brincar, interagir”, diz a empresária Roberta Medina, filha do criador da marca Rock In Rio, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Rock In Rio com lojas próprias
O investimento de R$ 60 milhões no Rock In Rio IV prevê uma arena mais confortável do que a das outras edições, onde muitos sofreram com a lama formada com as chuvas. Com piso feito de grama sintética - assim como acontece em Lisboa e Madrid, capitais européias que também realizam o evento - o festival de todas as tribos trará novamente o mundo ao Rio de janeiro, após levar o nome da cidade para mais de 80 países com suas transmissões.

Entre as marcas que negociam o patrocínio ao evento, Roberta Medina adianta que os segmentos são os que agregam as maiores companhias do país. São empresas de bebidas não-alcoólicas, cerveja, automóvel, telefonia, bancos e instituições financeiras. A marca Rock In Rio já inicia projetos de licenciamento, além de estar presente em quatro lojas físicas no espaço.

“Teremos lojas com produtos oficiais com a marca na etiqueta. Fizemos isso em Madrid e deu muito certo porque as pessoas levam para casa a experiência”, completa Roberta. Apesar da confirmação da quarta edição do Rock In Rio, o mesmo não se pode dizer das bandas internacionais participantes. Só o que se sabe é que ao entrar no evento o palco com cerca de 100 metros de extensão por 30 metros de largura será um mero detalhe perto do que as marcas poderão promover ao som de uma boa música.


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Anúncio com bafômetro

A Loducca criou para o Grupo CCR um anúncio que dará aos assinantes da revista Quatro Rodas um bafômetro. Com o título "Se beber, assopre", o objetivo da peça é conscientizar os leitores da publicação sobre a importância de dirigir com segurança e de não ingerir bebidas alcoólicas. O anúncio será veiculado na edição da revista que circula a partir do dia 18 de dezembro.





Ficha Técnica:

Agência: LODUCCA
Anunciante: CCR
Título: “Se beber, Assopre”
Criação: Fernanda Fajardo e Jose Arnaldo Suaid
Direção de Criação: Cássio Moron, Marco Monteiro e Pedro Guerra
Direção Geral de Criação: Guga Ketzer
Atendimento: Carmen Assumpção e Aldo Moino
Mídia: Daniel Chalfon, Gabriel Queiroz, Silvia Ramazzotti, Gabriela Oliveira e Fernanda Fonseca
Produtor Gráfico: Luciano Marangoni
Produtor Executivo de criação: Sid Fernandes
Aprovação Cliente: Francisco Bulhões e Jocelyn Cárdenas


Sem medo de ousar!! Genial!!

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domingo, 12 de dezembro de 2010

Lei para sacolas plásticas

As sacolas (ou sacos) plásticas começaram a ser utilizados por volta dos anos 70, para embalarem e transportarem mercadorias. No Brasil, essas sacolas são distribuídas gratuitamente em lojas e mercados, que aproveitam para realizarem certa publicidade gastando pouco. Cerca de bilhões desses sacos circulam pelo mundo, e eles podem ser feitos de polietileno de baixa densidade, polietileno linear, polietileno de alta densidade ou de polipropileno e polímeros de plástico não biodegradável.

Apesar de ser um objeto prático para o homem, é extremamente prejudicial ao meio ambiente e aos seres que nele habitam, principalmente nos mares e oceanos. Sua grande produção e sua natureza não biodegradável (que faz com que este demore cerca de 100 anos para se decompor) são as principais causas que os tornam tão perigosos. Enquanto os efeitos potenciais à saúde humana permanecem desconhecidos, cientistas já estimam que perto da metade de todas as espécies de pássaros marinhos, todas as espécies de tartarugas marinhas e 22 espécies de mamíferos marinhos ferem-se ou morrem por causa do lixo plástico, seja pela ingestão, enredamento ou estrangulamento, antes que os detritos sejam quebrados (pela fotodegradação) em minúsculos fragmentos.






No Brasil são utilizadas 12 bilhões de sacolas por ano cerca 800 sacolas para cada brasileiro.

O plástico leva de 200 á 400 anos para se decompor e representa cerca de 18% do total de lixo nos aterros sanitários ou nos lixões. Seu uso em excesso resulta no acúmulo de lixo que vai parar nos bueiros, nos rios e nos mares, matando animais e já está chegando até locais distantes, considerados verdadeiros paraísos ecológicos e turísticos.

piora a qualidade de vida das pessoas e requer injeções de recursos para solucionar as complicações que elas causam á longo prazo.

Por isso é tão importante o consumo sustável e a melhor alternativa para as sacolas plástica são as sacolas retornáveis.




Ambientalistas, pesquisadores, biólogos e afins frisam ainda que, se não se pode limpar o mar por qualquer meio, o que deve ser feito é parar o problema na sua fonte. Eles defendem legislações que demandem das empresas tomarem para si a responsabilidade de recuperar e reutilizar os seus produtos, incluindo incentivos econômicos para promover a recuperação e a extinção dos produtos descartáveis. Legislações responsáveis poderão criar, também, uma tremenda oportunidade para produtos inteligentes e inovadores. A idéia que também é defendida é para as pessoas utilizarem menos produtos e objetos plásticos, diminuindo assim o consumo e conseqüentemente a produção (uma vez que não haverá público para ‘consumi-lo’).

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Em SP Celular terá mais um dígito

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) desistiu da ideia de criar o código 10, sobreposto ao código 11, para resolver o problema da falta de números para celulares em São Paulo.

Segundo o conselheiro João Rezende, o conselho diretor da agência deliberou nesta quinta-feira (09) pela implantação do nono dígito para os celulares de São Paulo no prazo de 24 meses, informa a Agência Estado.

Esse dígito extra vai gerar 370 milhões de números a mais para habilitação de novas linhas de celulares para código de área 11.

Para suprir a demanda por números antes dos 24 meses em que será implantado o nono dígito, a Anatel tomará algumas medidas.

A principal delas, segundo Rezende, é a redução pela metade da "quarentena" imposta às empresas para que utilizem os números cancelados pelos clientes.

Hoje o prazo para a empresa voltar a usar o número cancelado é de 180 dias. Com as novas regras, será de 90 dias.

Outra medida é a possibilidade de usar o prefixo 5, hoje destinado para a telefonia fixa em São Paulo, para a telefonia móvel.

Além disso, há a também possibilidade de se adotar um sistema diferente para a numeração dos modems de banda larga 3G, que hoje usam números de celular.

O conselheiro explicou que, com a liberação da banda H, que é a última faixa de frequência do 3G, São Paulo terá uma demanda de mais de 7 milhões de números em 2011 e 2012 e que essas medidas preliminares buscam solucionar o problema enquanto o nono dígito não é implantado.

sábado, 11 de dezembro de 2010

PETA a favor da adoção de cães



Assistam aqui o filme da PETA que questiona quem compra um cachorro. O comercial pergunta: "If you buy a dog, what will you do with the shelter dog you kill?"

Música recebe direitos na internet

O Escritório Central de Arrecadação e Distribuição de Direitos (Ecad) iniciou a distribuição de R$ 1,2 milhão recolhido a empresas que utilizam música na internet.

Cerca de 8 mil músicos, compositores e intérpretes serão os primeiros beneficiados, informa o jornal O Estado de S.Paulo.

As primeiras listas que o Ecad liberou aos seus associados (mais de 400 mil) mostram um perfil de consumo bem diferente daquele das TVs, rádios e danceterias. É um consumo menos popular: Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Djavan, Jorge Ben, Rita Lee, Roberto Carlos lideram entre os autores com maior rendimento.

As músicas mais ouvidas também não são os hits da estação - canções como Noites com Sol, de Flávio Venturini, e Brincar de Viver, de Maria Bethânia, estão entre as mais ouvidas. Tom Jobim tem quatro canções entre as dez com maior rendimento na internet.

O Ecad estima que esse tipo de arrecadação dobre em 2011, e assim progressivamente.

Entre as empresas que fizeram acordo com o escritório estão o Google (que opera o YouTube) e a rádio online Kboing, entre outras. Há mais empresas negociando, como o Terra Sonora.

Segundo o Mario Sergio Campos, Gerente Executivo de Distribuição do Ecad, o universo representa apenas 3% do universo. Os sites que usam música comercialmente estão sendo instados a pagar 3,75% do seu faturamento a título de direitos dos autores.


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Philips - Campanha institucional

O Programa Avesso apresenta para você os bastidores da campanha publicitária institucional criada para a Philips pela agência DM9. Segundo o Gerente de Branding e Mídia da Philips, Luis Bianchi, a campanha tem o objetivo de criar conhecimento sobre a estatura da Philips, em 3 diferentes áreas de atuação: produtos de consumo, cuidados com a saúde e iluminação, além de aproximar a marca do universo da Saúde e Bem-estar.

A campanha foi desenvolvida com três filmes de segmentos distintos da Philips. O primeiro fala de iluminação, o segundo sobre a área de produtos de consumo, e o terceiro sobre cuidados com a saúde. Além da TV aberta, a campanha também conta com ativações em PayTV, revistas, rádio, online e mídias sociais.

Em entrevista ao programa Avesso, a Diretora de Criação da DM9, Mariana Gordilho de Sá, nos conta um pouco sobre a campanha, “o desafio aqui era traduzir o conceito de ‘sense and simplicity’ da Philips para o consumidor brasileiro. Porque na verdade toda a sofisticação da tecnologia da Philips é por um motivo muito simples, que é o bem-estar do consumidor”. A produtora responsável pelos filmes é a Paranoid e a direção de Denis “Cisma” Kamioka, profissional de carreira internacional, com trabalhos para as maiores agências de publicidade do mundo. “Nesses filmes para a Philips a gente está fazendo uma supervalorização do cotidiano de duas maneiras, com um plano superfechado, e também através do tempo de filmagem com uma Phantom, que é possível filmar mil e quinhentos quadros por minuto”, conta Cisma para a equipe do Programa Avesso.
A pós-produção comandada pela Tribbo teve papel importante já que os filmes buscavam enquadramentos bem detalhados de objetos minúsculos como uma lâmpada LED, por exemplo. Para isso alguns quadros foram criados em 3D e outros filmados e depois trabalhados na pós-produção.


Confiram os bastidores:

domingo, 5 de dezembro de 2010

Lacoste - Branding experience

Em meio a aula de branding experience meu professor de Projeto de Criação Publicitária passa esse vídeo, sensacional!!! Assistam



Branding ou Brand management (do inglês, em português também Gestão de Marcas) é o trabalho de construção e gerenciamento de uma marca junto ao mercado. A construção de uma marca forte para um produto, um linha de produtos ou serviços é consequência de um relacionamento satisfatório com o mercado-alvo. Quando esta identificação positiva se torna forte o bastante, a marca passa a valer mais do que o próprio produto oferecido. Branding é como é chamado o conjunto de práticas e técnicas que visam a construção e o fortalecimento de uma marca.

Sua execução não é tomada apenas por ações de marketing que posicionam a marca e divulgam a marca no mercado, mas também por ações internas na empresa, transmitindo, para todos os interessados, a imagem pretendida.

Objetivo do branding é entre outros aumentar o brand equity (em português: equidade de marca ou ativo de marca) - o valor monetário da marca e assim aumentar o valor da empresa em si.[1]

Este trabalho é feito por profissionais e agências especializados em relações públicas, marketing, administração, semiótica, design gráfico e arquitetura, que visam desenvolver positivamente a reputação de marcas, produtos e organizações e alinhá-las com os objetivos organizacionais e o público almejado.

Abaixo assinado contra a venda do Manguezal do Pina



“Recife tem como uma de suas mais marcantes características o encontro e a força das águas. Mar, rios, pontes, córregos, canais estão por toda parte e muitos problemas estruturais da cidade são resultado direto da falta de planejamento e de respeito com as características naturais da cidade.

No mês de Outubro a Marinha do Brasil abriu o edital público 2010/1 que coloca a venda a área do Parque do Manguezais, situado entre os bairros do Pina, Boa Viagem e Imbiribeira. A formação do parque deve-se à confluência das águas dos rios Jiquiá, Jordão, Tejipió e Pina que, associados à desembocadura do braço morto do Capibaribe e às águas oceânicas, atuam na constituição do Estuário do Pina.

Para não deixar que isso aconteça estamos recolhendo assinaturas de todos que também acreditam que á área do Parque dos Manguezais não pode ser vendida.

O Parque dos Manguezais é uma área de preservação permanente, por força do art. 2º, “f”, da Lei Federal nº 4771/65, e tem uma área total de 316 ha, sendo 225,82 ha. de cobertura vegetal do mangue, umas das maiores reservas de manguezal em área urbana do mundo. Sua preservação é incomensurável para o equilíbrio ecológico e a qualidade ambiental,envolvendo a proteção do sistema hídrico, do solo, do relevo, e da biodiversidade, além de contribuir para o desenho paisagístico da cidade, possibilitando melhor qualidade na saúde e vida das pessoas.

Vamos lutar para não deixar que a especulação imobiliária atue de forma desordenada e transforme nossa cidade em amontoado de pedra e cimento. Assim convocamos todos a preencher o abaixo assinado que pede pela preservação do parque. As assinaturas serão recolhidas até o dia 14 de Dezembro e serão entregues à Marinha do Brasil; ao Governo de Pernambuco e a Prefeitura do Recife.”


Assinem NO SITE: www.abaixoassinado.org/assinaturas/assinar/7648

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Varig, Vasp e Transbrasil dão lições de anti-Marketing

A aviação civil do Brasil possui três cases de anti-Marketing que podem ajudar as companhias de hoje a não cometerem os mesmos erros. Vasp, Transbrasil e Varig são exemplos de marcas fortes que sucumbiram ao mercado contemporâneo devido à falhas de administração e de estratégia. Única que ainda expõe sua marca no mercado, a Varig sobrevive sob o nome da Gol e ainda desfruta de prestígio por sua trajetória.

Em comum, estas companhias têm um inimigo: o terrorismo. Os ataques às torres gêmeas do World Trade Center, em 11 de setembro de 2001, em Nova York, foram os últimos golpes para as já combalidas empresas do setor aéreo nacional. A Varig hoje realiza os voos internacionais da Gol para a América Latina e Caribe por meio da Comfort, que oferece mais espaço, privacidade e entretenimento para os passageiros.

A empresa foi criada em 1933 e três anos depois já operava entre Rio de Janeiro e São Paulo. Apesar de protagonizar o primeiro acidente aéreo no Brasil – após se chocar com um avião argentino ao decolar do Santos Dumont – a companhia prosperou em 1939 e somou à sua malha a cidade de Santos, no litoral paulista. Trinta anos depois, a Vasp trazia para o Brasil os primeiros Boeings 737-200 e logo em seguida os Airbus.

Caso a caso
Com os negócios bem encaminhados e sem turbulência, a Vasp foi privatizada na década de 1990 e seu presidente iniciou uma estratégia agressiva de expansão. Ao sobrevoar os EUA, a Europa e a Ásia, a companhia não suportou e entrou em queda. “O equilibrio é fundamental para um correto alinhamento entre o que é possível pela ótica do cliente e do mercado e o que é necessário pela ótica do acionista”, comenta Antonio Carlos Morim, Professor de Administração de Negócios da ESPM-RJ, em entrevista ao Mundo do Marketing.

O fim da Vasp foi iniciado em 2004 pelo Departamento de Aviação Civil (DAC), que suspendeu o voo das oito aeronaves disponíveis por motivos de segurança, já que a empresa não cumpria com as exigências de manutenção por falta de verba. A Varig também mergulhou em dívidas a partir da década de 1990. Com a diminuição de voos tanto domésticos como para o exterior, a companhia contraiu uma dívida de mais de R$ 7 bilhões. A saída encontrada pelo governo, em 2003, foi promover a fusão da empresa com a Tam, o que não foi adiante.

Mais adiante, em 2007, a Gol comprou a Varig e passaram a operar os mesmos aviões, balcões de atendimento e até o programa de milhas, o Smiles. De acordo com Claudia Pagnano, Vice-Presidente de Mercado da Gol, a Varig é muito importante dentro da estratégia de negócios da Gol, pois é com ela que a companhia opera voos para Colômbia, Venezuela e República Dominicana, por exemplo.

Varig sobrevive
Com a aquisição da Varig, a Gol passou a ter a maioria dos voos nos aeroportos mais movimentados do Brasil como Congonhas, Santos Dumont, Juscelino Kubitschek, em Brasília e Confins, em Belo Horizonte. Apesar de terem criado marcas fortes, só a Varig segue no mercado e boa parte da “culpa” é o passado da empresa, já que companhia foi a transportadora oficial da seleção brasileira na Copa do Mundo de 1970. “Hoje, a companhia que possui um prestígio parecido é a Tam apesar da Gol-Varig se esforçar. A marca sobreviveu porque as gerações que nela voaram continuam na ativa”, diz Morim.

O que também contribui para o esquecimento destas empresas é a concorrencia. “A Avianca, recém chegada no espaço aéreo brasileiro, já tem aviões modernos, com TV embutida, boa comida e um sorriso nos lábios dos comissários. A marca até sobreviveu, mas minha filha, de 13 anos, se refere à Varig como a empresa antiga que agora se chama Gol”, emenda o professor da ESPM-RJ.

Como tantas histórias de fusão no mercado mundial torna-se sempre um desafio saber o que fazer com a marca adquirida. Manter ou matar? “O boca a boca continuará independente da comunicação. Eu mesmo não tenho sugerido a Varig como um bom transporte aéreo”, aponta Morim. Segundo ele, o mercado de aviação, com os players que tem, não oferece espaço para novas empresas. A forma de comunicar e alavancar fidelidade muda e volta ao interior do avião, com atributos como responsabilidade, empatia e segurança. "Afinal, o que queremos é um bom espaço para as pernas, um bom lanche e pontualidade. Sem esquecer do sorriso amável acompanhado de um ‘volte sempre' ”, completa Morim.


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sábado, 27 de novembro de 2010

Trip e VARIG - 3d, animações e desenhos

A Giovanni+DraftFCB criou um comercial no começo do mês para a Trip Linhas Aéreas, a qual dá continuidade à campanha “Tem algo diferente no ar”. O comercial me lembrou os comerciais antigos feitos em desenho e com jingles que grudavam na cabeça dos telespectadores.

O comercial da Trip mescla 3D e animação e mostra pontos turísticos das principais cidades que fazem parte das rotas da companhia aérea, assista:



Ficha Técnica:
Título: Destinos
Anunciante: TRIP Linhas Aéreas
Produto: Institucional
Direção de criação: Adilson Xavier e Ricardo John
Criação: Bruno Brasil, David Romanetto, Luiz Kanadani
RTVC: Victor Alloza e Vivi Guedes
Art buyer: Tina Castro
Produtora: Vetor Zero/Animatório
Direção : Gabriel Almeida
Pós-produção e finalização: Vetor Zero/Animatório
Produtora de som: Dr. Dd + Lua Nova
Curadoria musical: Dudu Marote
Música: Celestial, Nego Moçambique
Locutor: Rodrigo Arijon
Planejamento: Renata D’Avila e Rafael Camilo
Mídia: Alexandre Ugadin, Roberto Souza Lima, Izabel Asprino e Denize Pacheco
Atendimento: Juliana Nascimento e Pedro Führer
Aprovação pelo cliente: Evaristo de Paula, Emerson Teixeira e Fabiana Labruna

E falando dos tais EXCELENTES comerciais antigos, assistam também esse da VARIG, muito bom!!

Cresce percepção positiva de publicidade

Um dos capítulos da minha monografia eu abordo uma visão positiva da publicidade nos tempos atuais, mostrando qual é realmente a função do publicitário para o cliente. E acabo de ler essa notícia, que claro confirma a minha defesa...

Estudo sobre Redes Sociais na Internet, realizado pela IAB (Interactive Advertising Bureau) com a colaboração de Elogia Ipsofacto aponta que os internautas estão valorizando mais a publicidade nas redes sociais em comparação a 2009.

Segundo o estudo, as marcas mais reconhecidas são Nike, Coca-Cola e Adidas.

A pesquisa aponta que 70% dos internautas na Espanha estão atualmente registrados em alguma rede social. No ano passado, eram 51%.

O Facebook lidera o ranking, com 89% dos internautas entrevistados utilizando a rede social. Em seguida, aparece o YouTube, com 60%. (Matéria na íntegra aqui)

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Vídeo pequeno com conteúdo gigante!

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Campanha de novo empreendimento da Cyrela

São Paulo é uma das cidades brasileiras que mais recebeu a imigração italiana, e a Mooca é tida como um dos bairros mais tradicionais de cultura italiana. E para melhor representar a campanha, foi escolhida uma trilha sonora a partir de um trecho da ópera La Traviata, uma das óperas mais tocadas no mundo. “A ópera foi escolhida por ser uma música já conhecida de todos, o que facilita a comunicação”, explica a gerente geral de comunicação da Cyrela São Paulo, Carla Fernandes.

A agência Eugênio assina a criação da campanha e o filme foi produzido pela produtora Vapt. A gravação do comercial aconteceu na Mooca, e os atores escolhidos precisavam ter experiências com música. “O primeiro cuidado que tomei como diretor do filme, foi contratar atores que já tivessem trabalhado com música. Contratei também uma professora de italiano para que tivéssemos o sinc perfeito quando os atores fossem dublar a ópera”, conta à equipe do Avesso, o diretor do filme, Sérgio Glasberg. O filme contou também com o trabalho de pós-produção, desenvolvido pela Latina Estudios. “Tem uma cena final do filme em que a gente precisa mostrar uma aglomeração, para isso gravamos separadamente 40 pessoas para dar tal efeito, que em pós vai parecer que são centenas de pessoas”, explica Sérgio.

Outro símbolo importante do bairro e elemento presente na comunicação visual da campanha é uma chaminé preservada no terreno onde será construído o condomínio, uma herança da antiga fábrica de açúcar União, tombada pelo Patrimônio Histórico. “Hoje as chaminés não emitem mais fumaça, elas emitem tradição”, conta Augustinho Moura, diretor de criação da Eugênio. “Manter a chaminé foi motivo de orgulho para nós”, completa Carla Fernandes em entrevista à equipe do Programa Avesso.

Além do filme a campanha conta também com um hot site desenvolvido especialmente para o lançamento, que conta com informações atualizadas do empreendimento e também a história do bairro. Os próprios moradores do bairro podem contribuir contando passagens de momentos vividos na região, mais de 60 pessoas já contribuíram para o projeto.“Desenvolver um hot site para uma ação de lançamento no mercado imobiliário não é simples. Tem que atualizar sempre as imagens, trazer uma navegação simples e imagens bonitas e ao mesmo tempo precisa ser leve, porque o usuário não pode perder tempo carregando as imagens.”, explica Rodrigo Polacco, gerente de e-business da Cyrela São Paulo.


O Avesso traz detalhes do comercial criado pela Eugenio para o lançamento do empreendimento Luzes da Mooca, confira:

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

“Cada Gesto Conta” - UNILEVER

Essa semana o programa AVESSO mostra os bastidores da nova campanha da Unilever. O novo conceito da Unilever é “Cada Gesto Conta” e o Brasil é o primeiro a comunicar esse modelo de desenvolvimento sustentável defendido pela empresa.

Daniela Cachich, Diretora de Comunicação Corporativa conta à equipe Avesso, “Estamos falando de um mundo melhor para todo mundo”. “No desenvolvimento dessa campanha focamos muito na questão da multiplicação dos gestos. Onde cada gesto pode parecer pequeno, mas se multiplicado por muitas pessoas, são muito grandes e tem um impacto muito forte.”, completa Cachich. Essa nova campanha vem como um agradecimento às pessoas por usarem os produtos Unilever e mostra a elas que cada vez que um produto é usado, elas estarão fazendo algo em benefício do planeta. Esse gesto multiplicado por milhões de outros gera um impacto positivo e significativo ao meio ambiente.

A campanha conta com cinco filmes, cada um focado em um produto da Unilever: Becel, Comfort, Dove, Lifebuoy e Omo. Quem assina a criação da campanha é Anselmo Ramos, Vice-Presidente de Criação da Agência Ogilvy. Segundo Anselmo, “Desde o começo procuramos uma solução simples, que mostrasse visualmente essa multiplicação. A gente queria uma execução que passasse a mensagem de maneira muito clara e visual”.

A produtora responsável pelos filmes é a Paranoid. Quem assina a direção é o francês François Vogel, um dos mais conceituados diretores de imagem do momento. “A especialidade dele é fazer essas pirotecnias gráficas de imagens e fusões, e foi um comercial perfeito pra ele, porque buscou uma solução gráfica que tinha a ver com aquele produto”, define Anselmo.

Confira os bastidores da nova campanha “Cada Gesto Conta” da Unilever em defesa do desenvolvimento sustentável e por um futuro melhor para todos:

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Taterka cria para Natura

A Natura apresenta os novos refis das linhas Tododia e Erva Doce em campanha criada pela Taterka. Ecologicamente corretos, os anúncios de mídia impressa trazem a assinatura “Redução de plástico. Renovação de ideias. Respeito à natureza. Bom para você, bom para o planeta”.

Para reforçar a preocupação da empresa com a redução do impacto ambiental de seus produtos, as peças repetem a sílaba “RE” formando palavras como Renova, Reduz e Respeita. Os anúncios sequênciais serão veiculados em revistas femininas e semanais.




Ficha Técnica:

Título da Campanha: Lançamento dos Refis Tododia e Erva Doce
Cliente: Natura Cosméticos S/A
Produto: Novos Refis Natura
Agência: Taterka Comunicações S/A
Direção de Criação: Marcelo Lucato
Direção de Arte: Will Silva
Redação: Rodrigo Vezzá
Produção Gráfica: Silvia Ferreira, Rogério Gonçalves, Fabiano Frioli
Fotografia – Pessoas e Produtos: Andreas Heineger
Banco de Imagem – Foto Canavial: Diomidia
Manipulação Digital: Andreas Heineger
Diretor Geral de Atendimento: Eduardo Simon
Atendimento: Alessandra de Albuquerque, Carlo Sabino e Beatriz Cunha
Mídia: Paulo Sant’anna, Patrícia Alves e Gabriela Dib
Aprovação cliente: José Vicente Marino, Vanessa Giannotti, Guto Pedreira,
Fabiana Pellicciari, Marília Gabriela Guerreiro e Tatiana Kawakami.

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Maconha como ingrediente de refrigerante nos EUA

Galera, desculpa a ausência, tô naquele ritmo de fim de curso, monografia... enfim!! Vou atualizando quando tiver tempo livre.

A empresa Dixie Elixir, fabricante de produtos à base de maconha do Colorado, nos Estados Unidos, lançou uma nova linha bastante diferenciada: refrigerantes de diversos sabores que têm a maconha como matéria-prima.


A bebida é destinada exclusivamente a pacientes com prescrição médica para o uso da substância, o que é legalizado em 14 Estados do país. A bebida foi criada como uma alternativa ao fumo.
O produto é orgânico e está disponível em oito sabores diferentes, entre eles limão e uva.


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DPZ e Biruta unidas por Firjan


Um rapaz envolvido por uma bola na qual aparecem os nomes de impostos bem conhecidos dos brasileiros - IPVA, IR, IPI etc. - circula pelo Rio de Janeiro na companhia de seu "personal trainer".
O personagem, chamado Impostão, é impedido pelo treinador de ingerir tudo o que vê pela frente e incentivado a fazer exercícios para emagrecer.

A luta para perder peso é alusão a uma possível reforma tributária.Parceria da DPZ com a Biruta Mídias Mirabolantes, a ação faz parte da campanha “Dieta do Impostão”, criada pelo Sistema Firjan para combater a alta carga de impostos paga pela população.

A dupla Impostão e personal já passou por pontos cariocas clássicos como Feira de São Cristóvão, Quinta da Boa Vista, Praça XV, Lapa e Centro da cidade. Para complementar a ação, o personal convida as pessoas a assinar um abaixo-assinado contra os altos tributos pagos.

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Brincando com vinil










sábado, 18 de setembro de 2010

Ativistas condenados



Nessa semana, Junichi Sato e Toru Suzuki, ativistas do Greenpeace Japão, foram condenados a um ano de prisão, com pena suspensa por três anos. Ou seja, durante esse período não poderão se envolver em atividades do Greenpeace.

Junichi e Toru investigavam a caça ilegal de baleias em seu país. Em 2008, interceptaram caixas de carne de baleia desviadas para venda ilegal, e não para a pesquisa científica, como alega o governo japonês. Essas caixas foram entregues como parte da denùncia ao Ministério Público Federal. Em resposta, o governo japonês os prendeu por 26 dias e abriu julgamento por roubo e invasão de propriedade.

O Greenpeace considera injusta a condenação. “A liberdade de expor pacificamente problemas ambientais não é só parte fundamental da democracia, é um direito. O Greenpeace continuará a tratar o caso como prioridade global até que seja exposto o verdadeiro crime”, diz o diretor internacional da organização, Kumi Naidoo.

Em protesto contra o resultado, ativistas brasileiros foram na quarta-feira ao Consulado do Japão, em São Paulo, com a faixa “Ativismo não é crime”. Vestidos de preto, fizeram uma hora de silêncio e protocolaram uma carta ao cônsul. A ação faz parte de um conjunto de atividades organizadas por escritórios do Greenpeace ao redor do mundo para apoiar Junichi e Toru.




Gráficos estatísticos comportamentais

Recebi por e-mail! Hahahaha... muito bom!!!












domingo, 5 de setembro de 2010

Absolut faz promoção no Twitter e no Facebook

A Absolut lança uma ação com foco nas redes sociais para promover a Absolut Pears, versão que combina o sabor da pera com especiarias. Em vários momentos do dia, a marca postará links em seus perfis do Facebook e do Twitter com uma imagem conceitual do produto. Os primeiros internautas que encontrarem e derem um RT no link, no caso do Twitter, e/ou curtirem a mensagem no Facebook ganharão uma garrafa de Absolut Pears. Essa é a primeira vez que a Absolut realiza um concurso em redes sociais para os consumidores brasileiros.



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Tetra Pak muda hábito de consumo do brasileiro

Talvez o consumidor nem perceba, mas a caixinha de leite que faz parte do dia a dia de tantos brasileiros é resultado de um constante foco em inovação feito pela Tetra Pak. Há 53 anos no Brasil, a empresa tem sua história confundida com a da indústria alimentícia do país. Com forte investimento em pesquisa e desenvolvimento, a Tetra Pak não se considera uma empresa de embalagens, mas sim de soluções e segurança alimentar.



O desenvolvimento da companhia nas últimas décadas não só mudou o hábito de consumo dos brasileiros, mas também alterou o varejo e o mercado como um todo. O leite, primeiro produto a ser envasado em uma embalagem cartonada em substituição ao saquinho de plástico, hoje divide espaço nas gôndolas com extrato de tomate, sucos e uma infinidade de categorias e marcas diferentes.

Agora, a empresa aposta nas embalagens para alimentos sólidos, como feijão pronto. Os lançamentos devem contribuir para o crescimento de 7% a 8% esperado para este ano. Valores como sustentabilidade também impulsionam a expansão da Tetra Pak, cada vez mais preocupada em ensinar o consumidor a descartar o lixo de forma correta.
Leia +

Sobre Millôr e a (falta de) ética na publicidade

Semana passada encontrei um texto do Diretor de Criação da AlmapBBDO que eu achei simplesmente fantástico, me inspirou inclusive no desenvolvimento da minha monografia que falo de ética. É meio grandinho, mas vale a leitura, segue o post:

Millôr Fernandes disse outro dia que a publicidade é essencialmente ruim porque não tem nenhum compromisso com a verdade. Nosso amigo diretor de criação não assimilou bem as idéias e replica.
Por Cássio Zanatta
Paulo Francis já escreveu que quem não é jornalista e fica escrevendo para a imprensa não bate bem da cabeça. Mas pela primeira vez vou cometer essa insanidade e acho que por um motivo justo.

Na edição de 21 de agosto, o Estado de S.Paulo trouxe no caderno Aliás uma
excelente entrevista com Millôr Fernandes. Lá estavam seu raciocínio rápido, seu imenso talento e sua justa indignação com tudo o que está acontecendo nos esgotos de Brasília.

Mas, eis que perguntado sobre o envolvimento do publicitário Marcos Valério nos esquemas de corrupção que assolam o Planalto, o indignado Millôr fuzilou: “Não é por acaso. O jornalismo é uma profissão cujo objetivo filosófico é trazer à tona coisas que as pessoas não sabem. Tem um compromisso com a verdade. Agora, qual o objetivo filosófico da publicidade? A mentira. É mentir sobre o sabonete, a maionese, a margarina, o político”.

E mais para a frente, conclui: “Não tenho respeito pela publicidade”. Doeu. Ainda mais vindo de um homem da integridade do Millôr. Mas considero tais colocações ofensivas e explico porque.

Primeiro, como em toda profissão, há profissionais e profissionais. O fato de que colegas, por mais holofotes que os cerquem, tenham faltado com a ética não é motivo para generalizações.

Sou diretor de criação de uma das maiores, mais sérias, respeitadas e as mais premiadas agências do país, a AlmapBBDO. Que, entre inúmeras qualidades, se dá o direito de não trabalhar com nenhuma conta de governo, nem de fazer campanha para nenhum candidato.

Claro que a publicidade tem defeitos – citaria um dos mais graves o excesso de outdoors e backlights que infestam as ruas das grandes cidades.

Mas entendo que, ao posicionar o jornalismo como paladino da verdade e a publicidade como promotora da mentira, Millôr está sendo maniqueísta. Primeiro, quem possibilita ao jornalismo ser independente, imparcial, apurador, de não depender de verbas públicas nem de favores de quem quer que seja para praticar sua independência é justamente a publicidade.

Ou sejamos mais diretos: a principal fonte pagadora do salário do jornalista é a publicidade, que sustenta o jornal, a revista, a televisão, o rádio.

Sem a publicidade, não haveria imprensa livre, como bem apregoa Roberto Civita, dono da revista que paga Millôr por publicar seus brilhantes artigos. Portanto, tenha sim, Millôr, respeito pela publicidade.

Sobre qual o objetivo filosófico da publicidade, é muito simples: a publicidade existe para anunciar, promover e vender os produtos que anuncia. Filosoficamente, funciona na mesma esfera do feirante que anuncia tomates maduros e do balconista da padaria que anuncia as qualidades da sua empadinha.

E isso pode ser perfeitamente feito sem mentir, dignamente, como atesta o trabalho de nossa agência. Não somos artistas. Somos, de fato e com muito orgulho, vendedores de sabonetes e margarinas e, na minha opinião, não deveríamos ser de políticos.

Ah, sim, também somos vendedores de livros. A Almap tem o orgulho de ter em sua carteira de clientes a Companhia das Letras e de já ter anunciado autores como Paul Auster, José Saramago, Italo Calvino, Rubem Fonseca, Ruy Castro e, assim, ajudá–los a promover seus livros.

Não sejamos tão simplistas. Como não me orgulho da atitude de certos colegas, Millôr certamente deve questionar seus pares que trabalham em órgãos de imprensa controlados por políticos poderosos, que manipulam a informação de acordo com suas conveniências, contribuindo assim para a perpetuação de seus patrões no poder.

Pergunte a um político do que ele prefere ser proprietário: de uma agência de publicidade ou de um jornal?

Ousaria dizer que o jornalismo foi muito mais responsável, por exemplo, em criar a imagem de Lula do que a publicidade. Como já havia feito com Collor e FHC. Nesse raciocínio, ainda, imagino o desprezo que Millôr deve sentir pelos milhares de colegas jornalistas que trabalham em assessorias de imprensa, que recebem um justo salário para, com seu talento, promover pessoas e empresas.

Mas voltemos à entrevista. “Os caras ficam aí se gabando de que sabem fazer slogans e passam anos para criar coisas como Coca–Cola é isso aí. De quantos slogans precisam? Faço dez agora”.

Péra aí. Mas então eu começo a entender: parece que Millôr é contra a publicidade ruim, banal, que infelizmente é maioria. Ou talvez seja contra os publicitários “ficarem se gabando”. Convenhamos: de fato, muito espaço é inutilmente gasto para a autopromoção de publicitários. Ocupamos páginas de Caras demais e Exame de menos.

Mas então volto à minha agência: apesar de ser de longe a mais premiada do país, é provável que Millôr nem soubesse da nossa existência. Nem nunca deve ter ouvido meu nome. Nem dos sócios da agência. Ótimo, estamos no caminho certo.

Enfim, gostaria de acreditar que tal generalização tenha sido mais fruto de uma indignação atropelada do que de um raciocínio coerente. Não sou defensor de minha classe nem tenho procuração para isso. Só resolvi escrever porque, ao terminar de ler a entrevista, olhei para meus filhos Pedro e Maria brincando na sala, e pensei no que um dia eles pudessem pensar de mim. [Webinsider]

Avesso e o Mercado da Comunicação

Na última semana de Agosto, o AvessoTV deu destaque em seu canal 2.0, em algumas coberturas dos principais eventos de comunicação que aconteceram em São Paulo, no ano de 2010.
Para aqueles que não compareceram aos eventos e que não assistiram, ou simplesmente gostariam de revê-los, preparamos uma “série” com os melhores momentos.
Em destaque, os fóruns: Web Expo Fórum 2010, Congresso TV 2.0, Tela Viva Móvel, Fórum Smart Grids, 11º Fórum Brasil TV, Fórum Social Media Brasil e Fórum ABTA 2010.
Estarão em destaque os executivos das seguintes empresas: JWT, LG, iThink, Sky, MasterCard, NovaS/B, Terra, Santander, Giovanni+DraftFCB, Turner, Itaú/Unibanco, MSN e Volkswagen.

Escolhi as que me chamaram mais atenção, ia postar, mas os vídeos davam play automaticamente, então seguem os links:

- Volkswagen


- MSN

- MarterCard