terça-feira, 26 de maio de 2009
sexta-feira, 15 de maio de 2009
informar, relembrar, persuadir, indicar, expor e vender!
"Este é um material originalmente feito pela Profª. Regina Blessa. Você pode saber mais sobre Merchandising no livro dela. Vale a pena! Ela é uma professora super graduada, com pós na Fundação Getúlio Vargas em Administração de Marketing e na Columbia University (NY - USA), em American Studies and Advanced English.
Todos os tipos de sinalização, displays, ou materiais impressos têm como finalidade informar, relembrar, persuadir, indicar posição, expor e vender.
Tudo o que não é bem exposto não é visto. Se não é visto, não é comprado.
O material de ponto-de-venda é o que dá voz à marca - Ei! Estou aqui!
PONTOS ESSENCIAIS
Assim como na propaganda, alguns pontos são essenciais para a confecção do material de PDV e sua inclusão no esquema promocional da loja:
• criatividade – o material de PDV deve ser antes de tudo criativo e bem dimensionado para o local onde será aplicado;
• originalidade – a concepção inédita, tema apropriado, texto curto e fácil, e bom impacto visual farão com que sua mensagem seja bem memorizada;
• funcionalidade – simplicidade, boa acomodação do produto, montagem, colocação e reposição fácil garantirão a aceitação e seu uso pelos lojistas.
VANTAGENS DOS MATERIAIS
Os materiais no PDV costumam lembrar e reforçar aos consumidores a mensagem publicitária vista por eles antes de entrar na loja.
Os materiais de merchandising geralmente ampliam os efeitos da propaganda feita em outros veículos, porque eles complementam as mensagens, diretamente ao nível da loja, onde as decisões de compra estão sendo tomadas.
A mídia tradicional teve um aumento significativo em seus preços e em sua segmentação por meio do aumento do número de emissoras de TV, de rádio, de TVs por assinatura, de jornais, de títulos de revistas, e o surgimento da net-mídia.
Devido aos altos custos da mídia eletrônica e ao aumento da conscientização sobre a importância do PDV, o uso da mídia in-store e os gastos com ações de merchandising têm triplicado nos últimos 20 anos no mundo todo.
Para os fornecedores que não têm condições de no momento fazer propaganda na mídia impressa ou eletrônica, os materiais de PDV são a mais razoável opção.
Custo baixo – um material feito para muitas lojas com vida útil de um ano custa em média 30 vezes menos do que uma inserção (30 segundos) de comercial de TV (em rede nacional). Esses dados refletem os baixos custos (produção e instalação) do material no PDV que são vistos repetidamente por longo período pelos consumidores no melhor veículo de compra – a loja.
Hora certa – os programas de PDV focalizam o consumidor e a comercialização da mercadoria no momento crucial – a hora da compra. Ao fazer com que a mercadoria saia das prateleiras para as mãos do consumidor, o investimento feito nos materiais fica justificado rapidamente. As lojas equipadas com sistemas de caixas registradoras informatizadas podem apresentar rapidamente os dados referentes às vendas, necessários à avaliação do impacto dos materiais ou programas, beneficiando tanto o fabricante quanto o varejista.
Marketing flexível – os programas de PDV podem ser facilmente elaborados de acordo com as necessidades dos mercados locais, redes ou tipo de comércio específico. Além disso, permitem visar a determinados segmentos de consumidores. Podem-se também confeccionar displays diferentes para cada rede, conforme o target.
Apesar de toda a sua importância estratégica, os materiais de PDV ainda são tratados em segundo plano. Freqüentemente, não se dá a devida atenção criativa que eles merecem e precisam.
CRITÉRIOS BÁSICOS PARA OBTER O MÁXIMO DE EFICÁCIA COM O MPDV
Primeiramente, verifique:
• a verba disponível;
• as características do produto;
• as ações da concorrência;
• as possibilidades de colocação do material no varejo;
• o público-alvo daquele PDV;
• as possibilidades de exposição do produto dentro ou fora das gôndolas;
• a quantidade de PDVs a que se pretende atender.
Depois disso tudo bem analisado e definido, o material vai precisar:
• ser confeccionado no tamanho e tipo apropriado para o PDV;
• ser colocado nas áreas de maior tráfego de público;
• evitar o conflito produto exposto × produto anunciado;
• estar ao alcance do olhar (no ângulo visual apropriado);
• ser exposto sobre os produtos de forma acessível, sem dificultar a pega.
PROCEDIMENTOS PARA A CONFECÇÃO DE MATERIAIS DE PONTO-DE-VENDA
1. Faça-o simples e interessante
Cada peça tem limitações devido a seu tamanho e colocação e precisam ser bem calculadas para aproveitar o espaço disponível da melhor maneira possível.
Por causa de sua colocação entre centenas de rótulos que dificultam sua visibilidade e por causa da brevidade de sua exposição na loja, a mensagem precisa ser simples, curta e deve informar na primeira olhada algo (relevante) de interesse ou novidade.
2. Mantenha o foco na compreensão
Muitas idéias, imagens ou texto, confundem o consumidor e resultam num recall baixíssimo. Concentre sua peça numa idéia clara e compreensível à distância. Evite estrangeirismos. Não se esqueça que para cada 1 rico no Brasil existem 49 pobres, e que apenas 26% da população brasileira consegue interpretar um texto plenamente. Portanto facilite as coisas e a linguagem para vender mais.
3. Crie uma imagem dominante
Use sempre um elemento-chave forte em sua comunicação. Assim, mesmo que não consiga ler, a consumidora reconhecerá imediatamente de que produto se trata.
4. Diminua a poluição visual
Inclua apenas os elementos absolutamente essenciais na comunicação. Seu material estará competindo com milhares de embalagens chamativas. Quanto mais carregado e cheio de imagens estiver seu material, menos ele aparecerá.
5. Use cores contrastantes, diferentes e brilhantes
Estes tipos de cores se sobressaem no meio do já poluído cenário das prateleiras. Brancos e pretos contrastam, aparecem, mas não criam um clima de compra desejável.
6. Sempre que possível, faça de seu produto um herói
Faça a embalagem parecer maior nos cartazes. Escolha closes com parte da embalagem (em vez dela inteira menor) ou crie embalagens “tamanho família”, para engrandecer o produto.
7. Use letras grandes e legíveis
Mais pessoas enxergarão seu material se as letras e as chamadas forem impressas com tipos legíveis à distância de três metros. Melhor ainda se forem vistos a seis metros, que é o comprimento médio de um corredor de supermercado.
8. Chame o consumidor para si
Convença os consumidores do porquê eles devem levar seu produto. Ofe¬reça benefícios e explique as razões para isso.
9. Segure a atenção das consumidoras
Chamadas fora do comum, divertidas e criativas seguram atenção das compradoras. Imagine que você está criando um pequeno outdoor.
10. Não se prenda a regras
Como num outdoor, você pode inventar à vontade. Você vai reconhecer um stopper quando vê-lo. Sua criação tem que ser a união de uma bela e simples imagem com um texto curto e grosso (bold).
11. Considere o ambiente onde a peça será exposta
Imagine-se fazendo compras e vendo. Compare o que a concorrência já fez com o que você pretende fazer. Olhe com olhos de consumidor tudo o que lhe chamou a atenção e repare com olhos de publicitário nas falhas que os consumidores não percebem.
12. Aproveite bem todos os espaços que a loja permitir
Frentes de balcões promocionais não são só para pôr o nome da companhia, e sim para mostrar o apetite, a sede, a beleza ou o benefício que este produto demonstrado proporcionará ao consumidor que se aproximar da demonstradora. O consumidor deve sentir a vontade de experimentar a amostra cinco metros antes do balcão. Cantos perdidos, portas de banheiros, embaixo da escada rolante, não importa. Coloque sua mensagem.
13. Rádio e TV do supermercado devem ter um tratamento diferente
TVs interativas não são “televisão de casa”, e o rádio interno da loja também não é nem FM, nem AM popular. A linguagem deve ser outra e dirigida para quem precisa ter sua atenção despertada para alguma promoção ou novidade. O locutor animador da loja consegue convencer as consumidoras da loja para correrem para as “ofertas relâmpago” . Pelo serviço de rádio da loja ele obtém grandes resultados, chamando a atenção para as ofertas da hora.
Os materiais promocionais são separados em três categorias: permanente, semi-permanente e temporário.
Os permanentes são muitas vezes feitos sob medida para complementar espaços das lojas ou para criar pontos extras. Geralmente, são feitos de arame, aço, alvenaria, vidro, acrílico, resina ou outro material resistente o suficiente para durar pelo menos um ano dentro da loja.
Os semi-permanentes são os que ficam aproximadamente seis meses nas lojas para promoções duradouras ou suporte de produtos. Podem ser feitos de papelão, madeira, aço, arame etc. Sua característica é de temporário, mas fica bem mais do que algumas semanas em uso.
Os temporários (ou descartáveis) ficam apenas algumas semanas ex¬postos, para dar suporte a alguma promoção ou campanha de propaganda. São geralmente feitos de papelão ou plástico e têm vida útil curta.
Dentro dessas três categorias, temos alguns tipos de displays:
Displays de chão
São todos os grandes displays independentes de gôndolas, que ficam apoiados no chão. A maioria toma em média um metro quadrado de espaço na loja, ocupando cantos ou corredores. É aconselhado apenas para lojas que possuam espaços extras.
Displays de prateleira
Apesar de serem parecidos com os displays de balcão, eles necessa¬riamente precisam encaixar-se no tamanho das prateleiras dos supermercados ou lojas.
Devem ser mais reforçados para resistir ao auto-serviço (manuseio incor¬reto), facilitar a reposição e atender bem ao consumidor que o procura.
Displays de checkout (caixa registradora)
Nos supermercados, só são usados para expor produtos que paguem pelo ponto extra. Por ser uma área de parada obrigatória (pelo menos por 10 minutos), são áreas de alto impulso e alto giro.
Esta área não é aconselhável para displays de divulgação, a não ser que o produto esteja exposto lá. Eles são ideais para cartões de crédito, bancos ou para o próprio supermercado que tem a oportunidade de deixar uma men¬sagem para o consumidor que sempre se aborrece um pouco na hora de pagar a conta.
Existem outros tipos de display de checkout que são aqueles que ficam nos caixas de padarias e bares. São apropriados para produtos de consumo especial, como cigarros, fósforos, chicletes, pilhas e outros que ficam acima ou ao redor da caixa registradora. É costume empregar ali: relógios, dispensers para caixas de cigarros, escaninhos para balas, adesivos, plaquinhas etc.
Displays de balcão
São aqueles usados em lojas especializadas que costumam fazer aten¬dimento personalizado, onde ficam expostos os testadores ou produtos sobre os balcões.
Exemplo: Lojas de cosméticos, perfumes, relógios, bancos, padarias etc.
Displays de ponta de gôndola
Devem ser feitos sob medida, com a negociação e a permissão da loja, ou montados improvisadamente com peças disponíveis para chamar a atenção dos produtos.
A ponta de gôndola é o lugar mais cobiçado para expor um produto ou uma linha de produtos da mesma empresa. No Brasil, ela já é sinônimo de promoção e preço baixo. A maioria dos consumidores já entende que comprar o que está na ponta de gôndola é vantajoso (mesmo que realmente não seja). Por isso é que estes espaços são geralmente alugados pelas lojas.
Display gravitacional
Display onde garrafas ou latas correm presas, através de um trilho-guia. Funciona no sistema FIFO, normalmente com abastecimento traseiro. O trilho é ligeiramente inclinado para baixo permitindo o produto "correr" .
O dispenser gravitacional é normalmente menor e montado diferentemente. Neste caso, o produto (que pode ser sachê de açúcar, chocolate, absorvente, etc) ficam um sobre o outro numa calha que os guia até uma saída aonde há algum tipo de trava, impedindo que saiam. O consumidor puxa o produto e retira.
Displays com cestão (expositor + sinalizador)
Geralmente de papelão ou arame, têm grande sinalizador com um cesto ou caixa para depósito de produtos.
Displays de linha
Feitos em qualquer material, expõem toda uma linha de produtos corre¬latos e agregam a novos produtos a imagem da empresa. Fortificam a imagem institucional perante os consumidores, dentro do PDV.
Displays – Caixa de embarque (pre-pack)
Muitos displays temporários de papelão têm dupla utilidade. São caixas de embarque/transporte até chegar à loja e depois transformam-se, abertos, em práticos displays.
É importante lembrar que todos os displays desse tipo precisam vir acompanhados de um manual de montagem (geralmente impresso no verso), pois serão montados por repositores que desconhecem sua dupla função.
Um problema comum nesse tipo de display é que a maioria dos projetistas economiza no fundo do display, colocando debaixo do local dos produtos apenas papelão cinza. Daí, quando os produtos estiverem acabando, os consumidores verão o cinza e os “restos” que sobram.
Melhor seria ver a foto de produtos no fundo, ou uma mensagem divertida, para não dar uma impressão de restos.
Displays interativos
São compactos stands ou terminais computadorizados ou eletrônicos pelos quais os consumidores obtêm informações, divulgação, receitas, cupons por meio de um programa informatizado sem o auxílio de um vendedor. Podem ser multimídia, com TV, som, computador, texto etc. São muito caros, e assustam os consumidores brasileiros acima de 40 anos, por enquanto. Devido a seu alto custo, e manutenção constante, precisam ser respeitados pelos fun¬cionários da loja, que não podem dispor deles como fazem com qualquer outro display.
OUTROS MATERIAIS DE PDV
Adesivo
Material plástico autocolante, que contém mensagens promocionais. É bem aceito em bares, lanchonetes, farmácias, e muito usado em freezers ou geladeiras de supermercados. Pode ser colado em qualquer lugar, e alguns, com cola especial, podem ser colados no chão de lojas.
Balcão para demonstração
Stand pequeno, para uma demonstradora, que tem como objetivo demonstrar e divulgar um produto de forma personalizada. Geralmente, são desmon¬táveis e fáceis de carregar.
Bandeirolas
Bandeirinhas coladas num fio, que decoram o teto de lojas, ou sinalizam um evento. São pouco aceitas em supermercados, mas funcionam bem no pequeno varejo, no ramo automotivo, em loja de materiais de construção, farmácias, papelarias etc.
Bandeja para degustação
É um prático suporte preso aos ombros (para lojas onde não cabe um balcão), que permite fazer degustações rápidas e em qualquer local do supermercado.
Por sua mobilidade, praticidade e custo baixo, ela é muito usada atualmente.
Banner
São sinalizadores de qualquer tamanho (pequenos ou gigantes) feitos em papel, plástico ou tecido que parecem faixas na vertical. Geralmente, vêm esticados entre dois roletes de madeira, fixos num estandarte ou presos diretamente no local.
Com custo baixo, são superpráticos para promoções “para ontem”, e ideais para sinalizar eventos.
As populares faixas (na horizontal) fazem parte da mesma categoria.
Cartaz de carrinho
Os carrinhos de compra dos supermercados têm um cartão que vai à frente com a mensagem de um produto, ou têm dentro de seu guidão as marcas de um patrocinador para a lembrança da consumidora.
Cartões de balcão (Counter Cards)
Muito usados em restaurantes e pequeno varejo. Práticos e baratos.
Cupom
Folhetinho distribuído aos consumidores, oferecendo descontos, brindes, sorteios e outras vantagens, para serem trocados depois. Podem vir anexos à embalagem, dentro de jornais ou revistas, distribuídos pessoalmente ou por mala direta.
O índice de retorno de ações de cuponagem é de aproximadamente 1%, dependendo, é claro, do brinde ou vantagem oferecida.
Etiquetas de preço
As etiquetas de preço normais são materiais de responsabilidade exclusiva da loja. São obrigatórias e ajudam o consumidor a definir sua compra. Porém, as etiquetas de preço com visual destacado (coloridas ou com splash) conseguem influenciar em mais de 10% a decisão de compra dos consumidores.
Faixas de gôndola
Também conhecidas como demarcadores de gôndola ou réguas, essas faixas feitas de papelão ou plástico servem para informar sobre a presença do produto na prateleira e auxiliar o consumidor a localizar, dentre tantos outros, este ou aquele produto.
Elas são encaixadas nas canaletas transparentes ou coladas nas pontas das prateleiras.
Devido à constante guerra por espaços nas prateleiras, os repositores começaram a usar as faixas como “demarcadores” de território conquistado. Daí o segundo nome, que faz com que alguns fabricantes, por vezes, esqueçam seu real objetivo, colocando apenas o nome da empresa na faixa.
Elas conseguem aumentar as vendas em mais de 17% na frente dos produtos expostos.
Elas devem ser mais bem aproveitadas, com cores contrastantes da maioria das embalagens dos concorrentes, ter texto curto com tipos grandes e divulgar alguma qualidade do produto.
Infláveis
São displays plásticos infláveis que representam embalagens de produtos, balões de divulgação, e possuem condições de imitar qualquer forma.
Muito chamativos quando em tamanhos grandes, ajudam a decorar eventos e a divulgar empresas também ao ar livre.
In-store mídia
Veículos de propaganda ou promoção colocados dentro da loja, como TVs interativas em circuito fechado exibindo comerciais, rádio com programação especial (com locutor no local) anunciando ofertas e vídeos em pontas de gôndola passando receitas, informações e comerciais.
As redes de TV em canal fechado dentro das lojas, que são um sucesso nos EUA, ainda não estão sendo bem exploradas no Brasil. Sem dúvida, um grande canal de comunicação com os consumidores dentro da loja, necessita de adequação em suas mensagens para chamar a atenção entre uma compra e outra.
Também podemos chamar de In Store mídia os espaços promocionais em luminosos internos, placas sobre as gôndolas, tops de gôndolas, back-lights internos, totens, infláveis, placas indicadoras no estacionamento etc. alugados ou cedidos pelo supermercado.
Luminosos
Podem ser internos como relógios, marcas, produtos e outros motivos, e podem ser feitos de néon, fibra óptica, elétricos etc. São usados em bares, restaurantes, padarias, lojas etc. Os externos são colocados em fachadas ou nos topos de edifícios para identificação do estabelecimento ou divulgação noturna.
Os back-lights e front-lights também são luminosos, mas são visíveis à noite e também durante o dia.
Back-light: sinalização plástica ou acrílica, iluminada internamente (por trás).
Front-light: placas metálicas pintadas, iluminadas com holofotes frontais.
Móbile
Peça promocional sustentada por fios que ficam dependurados no teto ou presos entre gôndolas.
São mais usados em lojas de conveniência, pequenos mercados, farmácias e lojas especializadas. Eles geralmente não funcionam em supermercados, devido à altura do teto e à falta de locais apropriados para sua colocação.
Móbiles são mais utilizados para imagens e marcas. Torna-se difícil passar qualquer informação escrita com letras pequenas, devido à altura e movimento do ar, que dificulta a leitura.
Papel forração
São bobinas de papel ou plástico decorado com motivo repetitivo (marca da empresa ou nome do produto) que são usados para decorar ilhas, pontas de gôndolas, espaços extras, pilhas de caixas de papelão etc.
Devem ter motivos grandes, para serem vistos pelo consumidor a pelo menos uma distância de 4 metros. Quando os motivos são delicados ou pequenos, perdem a visibilidade, parecendo um papel de presente.
Sinalização de vitrine ou entrada (porta)
São todos os tipos de cartazes ou adesivos que, presos às paredes ou vitrines, informam ou divulgam a loja, os produtos ou alguma oferta promo¬cional. Devem ser escolhidos poucos itens para promover. Existe muito exagero em alguns estabelecimentos, o que dificulta a leitura e anula seu efeito.
Sinalizador de ilha
São cartazes rígidos ou duplos que podem ser colocados em várias posições na loja. Podem ser fixados com pedestal no meio de uma ilha, sinalizando pilhas ou até como top de ponta de gôndola.
Stopper / wobbler / dangler
São sinalizadores feitos de cartão ou plástico que ficam encaixados nas pontas das prateleiras no sentido perpendicular, como “orelhas” para fora da gôndola. São muito atrativos, funcionais e, se desenhados corretamente, são percebidos a distancia pelo consumidor.
Alguns modelos chamados wobbler possuem uma lingüeta plástica transparente que dá um certo balanço à peça com o deslocamento do ar e que com este movimento chama ainda mais a atenção. Existem stoppers com leds iluminados, com som, com movimento motor e até com cheiro.
Os danglers são parecidos com os wobblers e podem ser também “ceiling danglers” que funcionam como móbiles no teto."
Alguns Exemplos....




segunda-feira, 27 de abril de 2009
Internet, TV, rádio e jornais se complementam
Tenho falado constantemente sobre o avanço da tecnologia e as novas ferramentas que ela tem agregado ao nosso dia-a-dia. Sem considerarmos essas inovações, o que mais a tecnologia nos trouxe?
É muito claro que ela vem quebrando barreiras e encurtando distâncias, certo? Ela também popularizou a comunicação, principalmente a comunicação entre os meios, ou melhor, ela integrou os meios de comunicação.
O rádio, por exemplo, que começou no Brasil em 1893, com o passar do tempo, e o auxílio da tecnologia, ele foi aprimorando suas transmissões e conquistando o seu espaço.
Depois, veio a televisão, que nada mais era do que um rádio com um dispositivo que produzia uma imagem em uma única cor, que também foi se aperfeiçoando e chegou onde está hoje, em alta definição. É importante lembrar que a TV não roubou a cena do rádio, cada um criou a sua própria característica e manteve o seu público fiel.
Depois veio a internet, que supostamente roubaria todos os holofotes e atenções. Mas, ao contrário do que todo mundo pensou, ela foi uma difusora de novas formas de comunicação, integrando o rádio, a televisão e outros meios, ajudando-os a evoluir.
Vou dar um exemplo, me diga um programa de rádio ou televisão que não tenha uma página na internet? Hoje, as grandes emissoras têm a sua programação na rede, atualizada diariamente, em tempo real. Os sites das rádios até oferecem acesso a programação ao vivo e o usuário se transforma em ouvinte.
E os jornais e revistas? Assim como acontece em outros meios de comunicação, eles também estão integrados com a internet, oferecendo o conteúdo online. Alguns até são exclusivos para o site e o usuário pode se cadastrar para recebê-los no momento em que vão ao ar nas redações.
Com os portais, outro importante meio de comunicação, a integração com outros elementos também acontece. Hoje, já temos diversos sites que disponibilizam vídeos e podcast aos usuários, com conteúdos exclusivos. Temos também muitos serviços que permitem baixar e publicar vídeos em alta definição para assisti-los no próprio computador.
Isso significa que a internet irá substituir os meios de comunicação? Jamais! A tecnologia irá ajudar a alavancar ainda mais todos os ambientes, pois eles interagem entre si, um ajuda e complementa o conteúdo do outro, por isso dizem que a matemática é tão perfeita, pois a TV + o rádio + o jornal + a revista = a internet e se tirarmos a prova real, o resultado será sempre o mesmo, ou seja, pura sinergia.
Formatos e cores
• Photoshop: elementos básicos: - Formatos de Arquivos
- Padrões de cor
Usaremos também imagens em preto e branco, em escala de tons de cinza e em cores especiais (pantones).
- COR
Cores primárias são aquelas que dão origem a outras cores quando misturadas.
Há primárias de luz e primárias de pigmento, que são respectivamente as cores primárias de tela (tv, monitor, cinema, projeções) e de impressão (processo gráfico, pintura, etc.)
Primárias de Luz
As primárias de luz são RGB (vermelho, verde, azul). Este sistema é chamado aditivo.
Quando você estiver pensando em um site, ou em vídeo, o sistema de cor utilizado é o RGB. A composição RGB é dada em códigos hexadecimais ou em coordenadas RGB - ex. (255, 255, 255) é o código para o branco. Esta numeração vai de 0 a 255, e os números seguem a ordem R, G, B. Outro exemplo: (255, 0, 0) é o vermelho primário, pois tem o máximo de vermelho e zero nos demais.
Primárias de pigmento
As primárias de pigmento são CMYK (cian, magenta, amarelo, preto). Este sistema também é chamado subtrativo, pois quanto mais pigmento, menos luminosidade.Quando você estiver trabalhando com materiais impressos por processos gráficos, quando estiver pensando na mistura física de tintas ou na impressão da sua jato de tinta, o sistema de cor utilizado é o CMYK.
Cores complementares
Cores complementares são as que se opõem no disco cromático (ver na próxima página). Ex. Cian e vermelho.
Utilizar cores complementares garante enormes contrastes, porém isto precisa ser feito com cuidado porque algumas combinações ficam muito ruins visualmente.
Cores análogas
Cores análogas são as que têm as mesmas cores primárias - ex. laranja e vermelho são análogas porque são compostas de diferentes percentuais de magenta e amarelo.
São da mesma família de tons, layouts com cores análogas dão uniformidade e composições elegantes, porém que podem ser monótonas.
Cores quentes
São as que passam uma sensação quente. São alegres, normalmente utilizadas em layouts agitados e dinâmicos.
Cores frias
São as que passam uma sensação fria. São mais calmas, passam sobriedade, tranquilidade.
Core s neutras
São tons de marrom, cinza, ou quaisquer cores acinzentadas. Por serem mais escuras, quando combinadas com cores mais puras dão profundidade a estas, pois ressaltam sua refletividade de luz.
Tom
O que define maior ou menor luminosidade na cor. Em pigmento significa misturar branco ou preto, respectivamente. Em processos gráficos significa usar percentuais menores na composição das primárias.
As cores mais puras são também mais intensas, e as rebaixadas ou escurecidas são menos intensas. As cores rebaixadas são chamadas de tons pastéis.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Tenha um coração
O site da PETA tem fortes vídeos que agente mesmo não consegue assistir até o final de tão triste que é ver homens arrancando as peles dos animais e batendo como se não tivessem vidas. É realmente muito forte e chocante, mas nesse caso só assim pra abrir os olhos das pessoas. As publicidades da PETA são fortes e totalmente conscientes quando utilizam o corpo humano no lugar do animal.

Em Barcelona no começo do ano passado, dezenas de ativistas do AnimaNaturalis e do People for the Ethical Treatment of Animals (PETA) organizaram um protesto contra o sacrifício de animais para a produção de vestimentas feitas de pele.

Para alertar sobre os horrores da matança de animais, os manifestantes ficaram nus, tingiram o corpo com tinta vermelha - que simboliza o sangue - e ficaram deitados, como se estivessem mortos.
Haja Criatividade!!





'quem lê veja enxerga os dois lados'
Muito legaisss!!!
Publicadas na revista veja
Assinado pela AlmapBBDO
“Dove. Tratamento para queda de cabelo”.


Advertising Agency: Ogilvy & Mather Asia Pacific, Hong Kong
Photographer: Eric Seow, Beacon Pictures
Retoucher: Aries, Yau Digital
Executive Creative Director: Christen Monge
Creative Directors: Troy Sullivan, Annie Wong
Art Director: Kenneth Kuan
Copywriter: Bradley Wilson
Agency Producer: Brell Chen
“Dove. Tratamento para queda de cabelo”.
Solidariedade

Criada pela Publicis Brasil visando captar recursos para a ONG Médicos Solidários. Quando se destaca o picote contido no cartaz, ele se transforma numa cruz vermelha. O texto, no verso, explica: “Faça uma doação para o Médicos Solidários e ajude a salvar vidas”. Junto ao texto, aparece o número da conta bancária do Médicos Solidários para doações.
Fonte
www.guiadoilustrador.com.br

Uma dica super legal para nós que trabalhamos com imagens é o Guia do Ilustrador. Ele é um guia que não tem a intenção de servir de regra ou lei - nem esgotar o assunto - é apenas um guia, onde cada um tem a liberdade de trabalhar como quiser, mas agora consciente do que pode ou não ser adequado para si mesmo e para a profissão. (tirado do próprio site). E o melhor de tudo,de graça . Baixe aqui em pdf.
” Desenhe seu novo corpo”
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Enquanto o ônibus não vem...
Esse da Mc Donald's eu já havia postado antes, porém soube apenas hoje que o intuito dessa propaganda era pra informar que o Mc donald's da Austrália também estava aberto à noite. Criado pela DDB Sydney, durante o dia parece só a metade da logo do McDonalds então de noite, com o reflexo da peça no vidro, a logo é completada. Continuo a afirmar, isso é judiação pra quem ta esperando o ônibus e a fome apertando. Hahahaha!
Divulgação do filme dos Simpsons na Alemanha, bem legal né?
Essa eu adoro! Muito legal a idéia e realmente é até prazeroso esperar ônibus aí né? ótimo pra tirar foto! AHAHAHAHAH
Campanha da Solo Mobile, para divulgar o seu novo telefone celular walkie-talkie a empresa decidiu atacar os pontos de ônibus das cidades de Vancouver, Toronto, Montreal e Calgary no Canadá. Colocaram o outdoor da foto que vem realmente com um walkie-talkie que pode se conectar com outros pontos de ônibus espalhados na cidade, ou até mesmo em outra cidade. Esta ação estimulou a interação da população que perguntava através do outdoor se o seu ônibus já havia passado pelo ponto, monitorando assim o percurso dele.
Instalado em um ponto de ônibus na cidade de Vancouver no Canadá, o anúncio consistia de um painel de vidro recheado de dinheiro protegido pela película super-resistente da 3M, o qual se mostrou extremamente eficaz em seu propósito, pois além de divulgar o produto, levou o público a literalmente interagir com o anúncio por meio de pontapés e voadoras (contribuindo para credibilidade do produto e da marca).
E no Brasil, duraria quanto tempo propagandas como essas? Se as pessoas tratassem de serem menos vândalas...
O que nos espera?

Voltando a postar no meu querido blog depois de ausente dois longos meses, chego a conclusão que quanto mais eu pesquiso sobre minha futura profissão, nos blogs, nos sites e afins, eu vejo que mais eu tenho que correr contra o tempo. "O tempo passa, o tempo voa...". Esse mundo de constantes mudanças fizeram desses 2 meses sem pesquisa IMENSOS 2 anos. Logo eu, uma estudante de comunicação que sei que a notícia de agora, daqui a 5 segundos vai ser substituída por outra. Pois então... vamos correr contra o tempo! Susto foi o que eu levei já nesse começo de semana de quinto período, O que o mercado espera dagente, e o que nos espera lá fora! Jovens, conscientes das tamanhas modificações de cenário em pouco tempo. Essa é a minha geração!!! Quem não lembra das primeiras ligações interurbanas, do começo da televisão preto e branca, colorida, da novelas da rádio que paravam as cidades para todos se sintonizarem (claro que eu não participei disso, mas estudei né?), quantos anos se passaram para essas poucas mudanças? E os últimos 10 anos? Talvez até 10 anos sejam muitos, mas a [televisão a cabo com 800 canais, rádio digital via internet, um milhão de novos provedores de informação a mais por dia, filme publicitário dentro de um jornal com cara de impresso (nas home pages), RSS, blogs, links patrocinados, a notícia vai na mão e também vem na contra-mão, You Tube, você faz a televisão, o jornalista escreve a notícia, você escreve a notícia, o publicitário faz anúncios, o cidadão comum também faz anúncios, o e-paper tá chegando etc. etc] Bastante mudança!!! E se hoje ta assim, imagine os prôximos anos, então correr contra o tempo é pouco, vamos voar e ser os melhores!
domingo, 16 de novembro de 2008
Mídia Social
Retirado do site da WEBSINSIDER por Rafael Kiso.
É importante, antes de seguir em frente, definir o termo “mídia social”. Do Wikipedia, em tradução livre, “mídia social descreve as tecnologias e práticas online, usada por pessoas para compartilhar opiniões, idéias, experiências e perspectivas. Pode tomar diversas formas, incluindo textos, imagens, áudio, e vídeo. São sites que tipicamente usam tecnologias como blogs, quadro de mensagens, podcasts, wikis e vlogs para permitir a interação entre usuários.”
E disseminarem conteúdo, eu completaria.
A chave aqui é que as pessoas são as que usam e controlam essas ferramentas e plataformas, em vez de empresas e grandes marcas. Além disso, é importante deixar claro que essa plataforma de mídia social só funciona em ambientes de rede.
O motivo pelo qual é preciso destacar isso é que o aspecto de rede é primariamente uma força democrática de baixo custo. Qualquer um pode entrar na conversa com um pequeno investimento de seu tempo pessoal e acesso à rede.
E a partir da premissa de que a comunicação é essencialmente livre sobre a web, combinado a uma arquitetura de participação gerida pelo efeito de rede, certamente torna as plataformas de mídias sociais a mais poderosa forma de mídia até hoje criada.
Hoje em dia, todos estão postando algo em um simples blog, mas que automaticamente alcançam mais de um bilhão de usuários na web. E com o RSS, o conteúdo de mídia social é espalhado através de feeds e pode ser encontrado por qualquer um que esteja procurando informações pelo Technorati, Google Blog Search, TechMeme ou dezenas de outros mecanismos inovadores.
Comunicação na forma de conversação, não monólogo – A mídia social precisa facilitar a discussão bidirecional e debater com pouca ou nenhuma moderação ou censura. Em outras palavras, os comentários em blogs ou testemunhos em sites de comércio eletrônico não devem ser controlados no aspecto positivo ou negativo, mas sim somente no aspecto pejorativo.
Os protagonistas são pessoas, não empresas, não marcas – O perfil do consumidor mudou e hoje ele controla a interação com as marcas. Portanto, para que a marca tenha credibilidade no mercado, as pessoas têm que falar positivamente dela para outras pessoas, e não a marca para as pessoas. Lembre-se a comunicação nunca deve ser unidirecional.
Honestidade e transparência são os principais valores – Tentar controlar, manipular ou mesmo empurrar conteúdo é o pecado mortal da nova geração da web. As marcas precisam ser transparentes para que as pessoas se disponham a consumir seu conteúdo. É deixar as pessoas escolherem e criarem seu conteúdo e relacionamentos, ao invés de ser forçado a isso. Entender esse conceito é uma das principais técnicas da mídia social.
Distribuição em vez de centralização – Um dos aspectos frequentemente negligenciado é o fato dos interlocutores serem muitos e variados. É quase que inevitável o poder de poucas organizações terem o controle da criação e distribuição da informação. A mídia social é altamente distribuída e constituída de dezenas de milhares de vozes tornando a informação muito mais textualizada, rica e heterogênica.
A ascensão das plataformas de mídias sociais, dentro dos negócios, irá colocar um desafio significante nas empresas enquanto elas tentam se adaptar às considerações citadas acima.
Não segui-las tende a reduzir as chances de sucesso dentro da nova geração da internet.
sábado, 8 de novembro de 2008
Movimento Punk – Os índios metropolitanos

O movimento punk surgiu a partir do punk-rock, internacionalmente, a maioria dos grupos foram criados na Inglaterra. Nessa mesma época as pessoas estavam indo as ruas exigindo paz e amor, enquanto os punks surgiam gritando o caos. Mas não o caos de forma negativa, agressiva, como a maioria das pessoas enxerga o punk, e sim como uma resposta à crise econômica, criticavam o governo, a educação, os políticos, os impostos, a pobreza, o desemprego, a falta de perspectiva e outros problemas. Não implicando necessariamente uma revolta.
As suas formas de protestar eram através do visual preto com adereços, da música, do uso que fazem da palavra que só podem ser compreendidos diante de outros movimentos que eles fazem, do comportamento (podendo incluir ou não princípios éticos e políticos definidos), expressões linguísticas, símbolos e outros códigos de comunicação.
Em diversos países, incluindo o Brasil, a roupa é na maioria das vezes o elemento que desencadeia as brigas de rua entre gangues, membros de grupos divergentes do movimento punk e outros movimentos que repudiam o punk. Este desentendimento pode culminar no desprezo, ridicularização ou nos casos dos grupos violentos, na coerção, furto de peças e agressão.
Suas trajetórias ao longo dos becos da Lapa, pelo ônibus dos subúrbios, e sobre as linhas dos trens, os punks passavam num risco impressionista. Bastante inquietos, a forma como explodiam os encontros era agressiva, mesmo que não houvesse brigas, via-se como um grupo de jovens rudes que ficam varando a cidade até tarde, bebendo, fumando sem pensar nas conseqüências. Os “points” onde se encontram correm revistas nacionais e estrangeiras sobre punks e som em geral, xérox de capas de discos, discos, fitas, discute-se em torno de tudo isso. Esse abuso e excesso para suas idades e classes os taxam de delinqüentes.
O antropólogo diante da sua pesquisa sobre o movimento punk não poderia pegar um punk fotografá-lo, nomear suas dificuldades, expectativas em casa, comportamento no trabalho, estuda-lo e descrever como um personagem, ele tinha que conviver com eles mas sem fazer o papel de “observador”, que isso é rejeitado por qualquer “bando”. Tinha-se que estudar um grupo a partir de sua vivência com eles, e só assim haveria conhecimento. E na medida que ia conhecendo e convivendo com os punks do rio de janeiro, ficando ao seu lado nas festas no momento de dança, das conversas, das despedidas, vendo-os falar de música, vendo-os explodir em som no palco, estando com eles nos points ou nas ruas ou simplesmente conversando, não acreditava que aquilo tudo era apenas uma resposta a outra coisa, que era a “crise” que gerava os protestos, as músicas e toda aquela forma exuberante de ser.
O punk é muito mais que visual. Ele é real.
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
As 10 empresas mais admiradas no Brasil
Veja os vencedores:
As 10 empresas mais admiradas no Brasil
1. Vale
2. Natura
3. Petrobras
4. Gerdau
5. Nestlé
6. Google
7. Embraer
8. Apple
9. Banco Real
10. Votorantim
Vencedoras em fatores-chave
Ética: Natura
Respeito pelo Consumidor: Nestlé
Qualidade de Produtos e Serviços: Nestlé
Compromisso com RH: Natura
Qualidade de Gestão: Vale
Responsabilidade Social: Natura
Notoriedade: Coca-Cola
Inovação: Apple Brasil
Solidez Financeira: BR/Petrobras
Compromisso com o País: BR/Petrobras
Capacidade de Competir Globalmente: Vale
A Mais Comprometida com o Desenvolvimento Sustentável: Natura
Vencedoras em segmentos de atuação
Agronegócios: Coamo
Alimentos: Nestlé
Artigos Esportivos: Adidas
Auditoria: PriceWaterhouseCoopers
Autopeças: Bosch
Bancos de Varejo: Itaú
Bebidas Alcoólicas: Ambev
Bebidas Não Alcoólicas: Coca-Cola
Calçados: Grendene
Cartões de Crédito: Bradesco
Companhias Aéreas: Lufthansa
Construtoras & Incorporadoras: Cyrela
Construção Pesada: Odebrecht
Consultoria: Accenture
Distribuidores de Combustíveis ou Derivados de Petróleo: BR Distribuidora
Eletrodomésticos: Whirlpool (Multibrás)
Eletroeletrônicos: Phillips
Equipamentos de Telecomunicações: Nokia
Fabricantes de Material de Construção: Votorantim
Farmacêutico: Novartis Biociências
Fast-Food: McDonald's
Fiação e Tecelagem: Santista Têxtil
Fornecedores de Energia: CPFL
Hardware: IBM
Higiene & Limpeza Doméstica: Unilever
Higiene, Perfumaria & Cosméticos: Natura
Metalurgia & Siderurgia: Gerdau
Mineração: Vale
Montadoras & Importadora de Autos: Toyota
Montadora & Importadora de Caminhões: Volvo
Operadora de Telefonia Fixa: GVT
Operadora de Telefonia Móvel: OI
Papel & Celulose: Votorantim Celulose e Papel (VCP)
Petroquímica: Braskem
Previdência Privada: Brasilprev
Provedores de Internet: Terra
Química: Basf
Rede de Hotéis: Accor
Seguradoras: Bradesco Seguros
Software: IBM
Varejo Eletroeletrônicos: Magazine Luiza
Varejo Material de Construção: Construmega / TelhaNorte
Varejo Supermercados: Carrefour
Varejo Têxtil: Lojas Renner
Vestuário & Confecção: Hering
A Vale foi eleita a emrpesa mais admirada no Brasil.
fonte: portal propaganda
Essa da Hortifruti não vi em Outdoor (como a maioria de suas propagandas são) Talvez tenha sido impresso para revistas ou jornais!!! Muito maneiro né?!
Essa imagem circula muito na internet... HAHAHA... da Lancôme Paris
Não sei se é verdadeiro... mas muito criativo, e se for deve ter custado uma nota também todos esses Outdoors... Anhembi Morumbi.
Esse é da ABRACOMP... fazendo uma comparação entre a embalagem e a roupa de uma pessoa e o interior do produto e o caráter dessa pessoa, e no final tem escrito assim ..."considere uma pessoa pelo que ela é, e não pelo que aparenta ser."
Muito legal todo esse trocadilho. Clicando na imagem dá pra ler o anúncio todo.

Se lembram quando eu postei a uns meses atrás sobre o busdoor reflexivo da Bob's que estava circulando no RJ?
Encontrei essa da Mc'donalds em ponto de ônibus, bem diferente (não sei daonde é, pois não constava o lugar)... durante o dia só aparece metade do Mc, e a noite que pode-se ver todo o slogan, pois reflete com o vidro fumê! =)
Pelo visto eles tão apelando mesmo para as pessoas que ficam desanimadas esperando o ônibus... abrindo o apetite e lembrando daquele cheiro tãoooooooooooooooooooo maravilhoso!! HAHAHAHAHAHAHHA
A IMPORTÂNCIA DO NÃO
O que pode criar um monstro? O que leva um rapaz de 22 anos a estragar a
própria vida e a vida de outras duas jovens por… Nada?
Será que é índole? Talvez, a mídia? A influência da televisão? A situação
social da violência? Traumas? Raiva contida? Deficiência social ou mental?
Permissividade da sociedade? O que faz alguém achar que pode comprar armas
de fogo, entrar na casa de uma família, fazer reféns, assustar e desalojar
vizinhos, ocupar a polícia por mais de 100 horas e atirar em duas pessoas
inocentes?
O rapaz deu a resposta: 'ela não quis falar comigo'. A garota disse Não, não
quero mais falar com você. E o garoto, dizendo que ama, não aceitou um não.
Seu desejo era mais importante.
Não quero ser comparado como um desses psicólogos de araque que infestam os programas
vespertinos de televisão, que explicam tudo de maneira muito simplista e
fala descontextualizadamente sobre a vida dos outros sem serem chamados.
Mas ontem, enquanto não conseguia dormir pensando nesse absurdo todo, pensei
que o não da menina Eloá foi o único. Faltaram muitos outros nãos nessa
história toda.
Faltou um pai e uma mãe dizerem que a filha de 12 anos NÃO podia namorar um
rapaz de 19. Faltou uma outra mãe dizer que NÃO iria sucumbir ao medo e ir
lá tirar o filho do tal apartamento a puxões de orelha. Faltou outros pais
dizerem que NÃO iriam atender ao pedido de um policial maluco de deixar a
filha voltar para o cativeiro de onde, com sorte, já tinha escapado com
vida. Faltou à polícia dizer NÃO ao próprio planejamento errôneo de mandar a
garota de volta pra lá. Faltou o governo dizer NÃO ao sensacionalismo da
imprensa em torno do caso, que permitiu que o tal sequestrador conversasse e
chorasse compulsivamente em todos os programas de TV que o procuraram.
Simples assim. NÃO. Pelo jeito, a única que disse não nessa história foi
punida com uma bala na cabeça.
O mundo está carente de nãos. Vejo que cada vez mais os pais e professores
morrem de medo de dizer não às crianças. Mulheres ainda têm medo de dizer
não aos maridos (e alguns maridos, temem dizer não às esposas). Pessoas
têm medo de dizer não aos amigos. Noras que não conseguem dizer não às
sogras, chefes que não dizem não aos subordinados, gente que não consegue
dizer não aos próprios desejos. E assim são criados alguns monstros. Talvez
alguns não cheguem a sequestrar pessoas. Mas têm pequenos surtos quando
escutam um não, seja do guarda de trânsito, do chefe, do professor, da
namorada, do gerente do banco. Essas pessoas acabam crendo que abusar é
normal. E é legal.
Os pais dizem, 'não posso traumatizar meu filho'. E não é raro eu ver alguns
tomando tapas de bebês com 1 ou 2 anos. Outros gastam o que não têm em
brinquedos todos os dias e festas de aniversário faraônicas para suas crias.
Sem falar nos adolescentes. Hoje em dia, é difícil ouvir alguém dizer não,
você não pode bater no seu amiguinho. Não, você não vai assistir a uma
novela feita para adultos. Não, você não vai fumar maconha enquanto for
contra a lei. Não, você não vai passar a madrugada na rua. Não, você não vai
dirigir sem carteira de habilitação. Não, você não vai beber uma cervejinha
enquanto não fizer 18 anos. Não, essas pessoas não são companhias pra você.
Não, hoje você não vai ganhar brinquedo ou comer salgadinho e chocolate.
Não, aqui não é lugar para você ficar. Não, você não vai faltar na escola
sem estar doente. Não, essa conversa não é pra você se meter. Não, com isto
você não vai brincar. Não, hoje você está de castigo e não vai brincar no
parque.
Crianças e adolescentes que crescem sem ouvir bons, justos e firmes NÃOS
crescem sem saber que o mundo não é só deles. E aí, no primeiro não que a
vida dá ( e a vida dá muitos ) surtam. Usam drogas. Compram armas. Transam
sem camisinha. Batem em professores. Furam o pneu do carro do chefe. Chutam
mendigos e prostitutas na rua. E daí por diante.
Não estou defendendo a volta da educação rígida e sem diálogo, pelo
contrário. Acredito piamente que crianças e adolescentes tratados com um
amor real, sem culpa, tranquilo e livre, conseguem perfeitamente entender
uma sanção do pai ou da mãe, um tapa, um castigo, um não. Intuem que o amor
dos adultos pelas crianças não é só prazer - é também responsabilidade. E
quem ouve uns nãos de vez em quando também aprende a dizê-los quando é
preciso. Acaba aprendendo que é importante dizer não a algumas pessoas que
tentam abusar de nós de diversas maneiras, com respeito e firmeza, mesmo que
sejam pessoas que nos amem. O não protege, ensina e prepara.
Por mais que seja difícil, eu tento dizer não aos seres humanos que cruzam o
meu caminho quando acredito que é hora - e tento respeitar também os nãos
que recebo. Nem sempre consigo, mas tento. Acredito que é aí que está a
verdadeira prova de amor. E é também aí que está a solução para a violência
cada vez mais desmedida e absurda dos nossos dias.
(Autor anônimo)
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Premiadas

ANUNCIANTE: PETROBRAS DISTRIBUIDORA
PRODUTO: PATROCÍNIO
TÍTULO: HOJE/ MILHÕES DE PESSOAS ACORDARAM ACHANDO...
DIRETOR DE CRIAÇÃO: CHIQUINHO LUCCHINI / EDUARDO ALMEIDA
DIRETOR DE ARTE: RODRIGO RIBEIRO
REDATOR: MARCOS BASSINI
PRODUTOR GRÁFICO: LUIZ EDUARDO CARNEIRO
FOTO: ADERI COSTA
APROVADO POR: MÔNICA VICENCIO
AGÊNCIA: QUÊ COMUNICAÇÃO
o que está escrito embaixo:
"Hoje milhões de pessoas acordaram achando o Rio ainda mais bonito.
A Petrobrás tem o maior orgulho de ver os produtos Lubrax, cartão Petrobrás, e Podium na camisa rubro - negra .Ou melhor na camisa do campeão carioca de 2007."

ANUNCIANTE: IBAMA
PRODUTO: MEIO AMBIENTE
TÍTULO: COMA/ BEBA ÁGUA, AGORA COMA DE NOVO...
DIRETOR DE CRIAÇÃO: CHIQUINHO LUCCHINI / EDUARDO ALMEIDA
DIRETOR DE ARTE: DURVAL FILHO
REDATOR: EDUARDO ALMEIDA
PRODUTOR GRÁFICO: LUIZ EDUARDO CARNEIRO
APROVADO POR: ROGÉRIO ROCCO
AGÊNCIA: QUÊ COMUNICAÇÃO
embaixo dela está escrito :
"Imagina a vida inteira fazendo isso.
É assim que um pássaro leva a vida em uma gaiola."
domingo, 21 de setembro de 2008
O que a rede Globo não divulga
Um lugar onde pode GRATUITAMENTE:
· Ver as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci ;
· escutar músicas em MP3 de alta qualidade;
· Ler obras de Machado de Assis Ou a Divina Comédia;
· ter acesso às melhores historinhas infantis e vídeos da TV ESCOLA
Esse lugar existe!
O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso,basta acessar o site:
Só de literatura portuguesa são 732 obras!
Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por desuso, já que o número de acesso é muito pequeno. Vamos tentar reverter esta situação, divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela leitura.
É MELHOR FAZER PROPAGANDA DOS BBBs E DAS NOVELAS, POIS, O POVO ASSISTE E FICA BURRO, E ASSIM É MAIS FÁCIL DE SER ENGANADO!














